quinta-feira, 21 de abril de 2016

Interpretação de texto em 1ª pessoa- Mula sem cabeça

ATIVIDADE DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO
 
QUEM É A MULA-SEM-CABEÇA

Quando ouvir um relincho alto e um gemido, um barulho de cascos de ferro a galopar, saiba que sou eu, a mula-sem-cabeça. E quem cruzar meu caminho eu vou assombrar.
Sou uma moça que em mula se transforma, na noite de quinta-feira, ainda mais se é lua cheia. Fiquei assim por ser a mulher do padre. E antes de virar mula dizem que eu não era feia.
Para me desencantar precisa ser corajoso. Tem que me espetar até meu sangue pingar. Outro jeito é tirar fora o meu cabresto. Se isso acontece, viro mulher e começo a chorar.
Enquanto ninguém desfaz o meu feitiço, continuo sem cabeça pela noite a assustar. Deixe-me seguir de vez meu caminho.
Finzetto, Ângela. Quem é a mula-sem-cabeça. Editora Brasileitura.

Questões
1)    Qual é o título do texto?
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2)    Quem é o autor?
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3)    Quantos parágrafos têm o texto?
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4)    Quem conta a história?
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5)    Como sabemos que é a mula-sem-cabeça que está chegando?
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6)    Quem é a mula?
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7)    Quando ela se transforma em mula?
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8)    Porque a mula foi enfeitiçada?
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9)   O que é preciso fazer para desencanta a mula?
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10) Você acredita na história da mula? Justifique sua resposta.
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In

domingo, 17 de abril de 2016

Vênus - Texto informativo / Simulado Prova Brasil e Saresp

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, leia o texto abaixo.

Vênus

Depois de Mercúrio, é o planeta mais perto do Sol. Seu ano dura 225 dias. Vênus tem duas coisas curiosas. A primeira é que gira no mesmo sentido que os ponteiros de relógio. Apenas ele e Urano fazem isso. Os outros planetas giram no sentido anti-horário. Além disso, o dia de Vênus é muito comprido: em vez de 24 horas, dura 5.800 horas! Os cientistas acham que Vênus pode ter dado uma batida monumental com algum asteroide, há milhões de anos. Por isso, ele anda de ré em volta do Sol e quase não gira em torno de si mesmo.
Vênus é também muito quente. A temperatura no planeta é de cerca de 500 graus centígrados, calor suficiente para derreter uma barra de chumbo, por exemplo.
(Almanaque Recreio. São Paulo: Editora Abril, 2003)
Responda



1. Quais as duas características curiosas a respeito do planeta Vênus?
(A) Ele gira no sentido anti-horário e seu dia é comprido.
(B) Ele gira no sentido do relógio e seu dia é curto.
(C) Ele gira no sentido anti-horário e o seu dia é curto.
(D) Ele gira no sentido do relógio e seu dia é comprido.

2. Quais os fatores que levam os cientistas a pensarem que Vênus pode ter dado uma batida em algum asteroide?

(A) Seu clima quente e sua atmosfera espessa.
(B) Seu ar pesado e sua proximidade ao Sol.
(C) Seu dia curto e seu movimento anti-horário.
(D) Seu giro lento em torno de si e seu movimento horário.
3. A expressão "uma batida monumental" significa uma batida

(A) muito forte.              (B) muito fraca.
(C) de leve.                    (D) barulhenta.

4. Vênus é um planeta mais quente do que a Terra porque
(A) depois de Mercúrio, é o planeta mais perto do Sol.
(B) seu dia é muito mais curto.
(C) seu ano dura 225 dias.
(D) anda de ré em volta do Sol.

5. Qual a função do texto acima?
(A) Fazer uma propaganda de Vênus.
(B) Relatar acontecimentos ocorridos em Vênus.
(C) Narrar uma história sobre Vênus.
(D) Informar sobre o planeta Vênus.




sexta-feira, 15 de abril de 2016

O poder das flores - Interpretação de historia em quadrinhos

INTERPRETANDO O TEXTO

1) Qual o título desta história?


2) O que o rapaz está fazendo para a moça?


3) Qual foi a reação dela?


4) Qual foi a reação de Chico Bento ao presenciar o que estava acontecendo com o casal?


5) Que ideia Chico Bento teve?


6) Qual foi a reação de Rosinha? Por que ela teve essa reação?


Gabarito:

1: O poder das flores.

2: Dando flores ou se declarando.

3: Ela Ficou feliz.

4: De ter uma ideia.

5: De pegar flores e dar pra sua amada ele quis fazer o mesmo

6: Ficou com raiva, ela teve essa reação por que Chico Bento arrancou as flores que ela cuidava.


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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Textos para montar avaliações e atividades de interpretação textual/ Simulados

Atenção: As questões de números 1 a 3 baseiam-se na história em quadrinhos abaixo.

1. De acordo com o texto, podemos dizer
(A) o dia do garoto foi bastante agitado.
(B) jogaram uma bomba no colégio.
(C) as crianças comeram mil jabuticabas.
(D) as crianças atiraram as jabuticabas umas nas outras.

2. Nos primeiros quadrinhos, quando o garoto noticia os acontecimentos como num telejornal, ele está
(A) respondendo à pergunta de sua mãe sobre a lição da escola.
(B) respondendo à pergunta de seu pai de forma irônica.
(C) treinando para ser locutor de televisão.
(D) anotando os fatos ocorridos no dia.

3. No último quadrinho, a palavra muita está escrita com letras maiores e mais escuras
(A) devido a um erro de digitação.
(B) porque a mãe do menino engasgou ao falar.
(C) porque na casa do menino tem mais de uma televisão.
(D) para enfatizar que o menino está assistindo a muita televisão



LEITURA E ESCRITA

Atenção: As questões de números 1 a 6 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. (...)
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? – perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Claro que é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
- Você pensou que fosse o quê?
- Nada não...
(Luis Fernando Veríssimo – Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001,
pp. 41-42.)

1. No diálogo entre pai e filho, a repetição dos termos liga, manual de instrução, faz e bola é explorada pelo autor para
(A) destacar o fato de que os dois dão o mesmo valor a essas palavras.
(B) caracterizar o desencontro entre duas visões do mesmo objeto.
(C) intensificar o mistério que o estranho presente representa para ambos.
(D) mostrar que ambos estão envolvidos na mesma investigação.


2. O tema do texto está presente em
(A) O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros.
(B) Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai.
(C) O garoto agradeceu, desembrulhou a bola...
(D) O garoto procurou dentro do papel de embrulho.

3. O fato incomum, no texto, aparece quando o menino
(A) começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
(B) demonstrou o que sabia fazer com uma bola.
(C) concluiu que era mesmo uma bola.
(D) não pensou nada em relação ao que era o presente.

4. O efeito de humor provocado pelo texto nasce, sobretudo,
(A) do tipo de presente que foi oferecido.
(B) das diferentes expectativas das personagens.
(C) da ingenuidade e da timidez do garoto.
(D) do esforço do pai em se mostrar moderno.

5. - Você pensou que fosse o quê?
- Nada não...
Neste final de diálogo, o sinal de reticências é bastante expressivo, pois o leitor deve entender que o pensamento do garoto poderia se expressar com mais esta frase, que ele não quis dizer:
(A) Nunca imaginei que alguém adivinharia o meu desejo.
(B) Estava pensando que depois poderíamos jogar juntos.
(C) Achei que era um brinquedo mais sofisticado.
(D) É que eu nunca tinha visto uma bola de verdade.

6. Transformando a expressão "Legal!" para uma linguagem formal teríamos
(A) "Excelente!"
(B) "Um barato!"
(C) "Bárbaro!"
(D) "Genial!"


Atenção: As questões de números 7 a 10 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
Literatura informativa
A literatura informativa compõe-se de textos descritivos sobre a terra descoberta, produzidos nos primeiros tempos da nossa colonização. Esses textos têm grande valor histórico: são cartas e relatórios de navegantes, administradores, missionários. Um dos principais objetivos dessa literatura de informação era retratar a fauna e a flora da nova terra, as riquezas minerais, os costumes dos nativos. O primeiro documento é a famosa carta de Pero Vaz de Caminha – saboroso e minucioso relato das primeiras impressões de um europeu sobre nossa terra tropical e seus primitivos habitantes. Nessa carta, além de passagens descritivas, há também pequenas narrativas, quando Caminha conta, por exemplo, as reações dos índios ao desembarque dos navegadores portugueses.
(Adaptado de Maria Fernandes Cócco e Marco Antonio Hailer. Novo ALP, pp. 27-28)

7. O texto informa que o primeiro texto descritivo sobre o Brasil procurava retratar
(A) fauna e flora da nova terra recém descoberta.
(B) riquezas minerais e costumes dos nativos.
(C) impressões de navegantes, administradores, missionários.
(D) primeiras impressões de Pero Vaz de Caminha.

8. A expressão "saboroso e minucioso relato" quer dizer
(A) gostoso de ler e bem detalhado.
(B) com gravuras bem coloridas.
(C) detalhista e impressionista.
(D) descritivo e narrativo.

9. A finalidade essencial do texto que você acabou de ler é
(A) criticar o processo de exploração econômica, que se iniciou nos primeiros anos de nossa colonização.
(B) esclarecer o tipo de linguagem e os objetivos das primeiras manifestações escritas sobre o descobrimento de nossa terra.
(C) analisar as produções literárias de maior importância dos primeiros grandes escritores brasileiros.
(D) detalhar as várias reações de espanto dos nativos, diante dos navegadores portugueses.


10. A utilização de linguagem formal, que é uma preocupação desse texto, NÃO seria prejudicada caso houvesse nele a seguinte frase:
(A) Os nativos era de um número muito maior do que os portugueses.
(B) Os documentos que tinha naquela época falava da descrição das novas terras.
(C) O principal objetivo era as informações que devia ser enviado a Portugal.
(D) Ainda hoje se lê com grande prazer o primeiro documento sobre as novas terras.

Atenção: As questões de números 11 e 12 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
Canção de garoa
Em cima de meu telhado,
Pirulin lulin lulin,
Um anjo, todo molhado,
Soluça no seu flautim.
O relógio vai bater:
As molas rangem sem fim.
O retrato na parede
Fica olhando para mim.
E chove sem saber por quê...
E tudo foi sempre assim!
Parece que vou sofrer:
Pirulin lulin lulin...
(Mário Quintana – Poesias. Porto Alegre: Globo, 1994, 9a ed., pp. 36-37)

11. O autor emprega a expressão Pirulin lulin lulin para dar, ao poema, efeito
(A) cômico.
(B) triste.
(C) sonoro.
(D) monótono.

12. O título do poema – Canção de garoa – justifica-se plenamente, pois há no poema
(A) a visualização detalhada da garoa que cai.
(B) o aproveitamento expressivo de sonoridades musicais.
(C) a exaltação do efeito revigorante da chuva.
(D) a música consoladora do flautim e do relógio.


Atenção: As questões de números 13 a 16 baseiam-se no texto apresentado abaixo.}

Um repórter de jornal redigiu a seguinte notícia e a entregou ao seu chefe:
A greve dos motoristas de ônibus de São Paulo pegou a população desprevenida. Desde a madrugada, milhares de trabalhadores irritados aguardavam nos pontos os ônibus que os grevistas não permitiram que saíssem das garagens. Alguns motoristas insistiram em furar o bloqueio e foram agredidos pelos colegas. Houve casos de depredação de veículos e de instalações das empresas. Os carros do Metrô passaram a circular superlotados, o que também acabou por gerar uma série de tumultos. Os grevistas argumentam que o movimento se deve à defasagem salarial, mas o fato é que iniciativas radicais como essa merecem uma dura resposta das autoridades.

13. De acordo com as informações contidas no texto, é correto afirmar que
(A) os passageiros não deixaram de se solidarizar com os grevistas.
(B) os grevistas não se preocuparam em justificar o movimento.
(C) a paralisação dos ônibus não afetou outros setores de transporte.
(D) o movimento grevista não obteve apoio integral dos motoristas.

14. A expressão "população desprevenida" significa população
(A) despreparada.
(B) desamparada.
(C) desesperada.
(D) desinteressada.

15. A notícia trata, principalmente,
(A) da depredação de veículos e instalações das empresas.
(B) do bloqueio dos grevistas e de suas agressões aos seus colegas.
(C) da greve dos motoristas de ônibus por maiores salários.
(D) de iniciativas radicais que merecem duras respostas das autoridades.

16. O chefe da redação pediu ao repórter para cortar do texto o que representa uma opinião, conservando apenas os fatos. Atendendo à recomendação, o repórter cortou de seu texto, acertadamente, a seguinte frase:
(A) Desde a madrugada, milhares de trabalhadores aguardavam nos pontos os ônibus que os grevistas não permitiram que saíssem das garagens.
(B) Houve casos de depredação de veículos e de instalações das empresas.
(C) Os carros do Metrô passaram a circular superlotados.
(D) O fato é que movimentos radicais como esse merecem uma dura resposta das autoridades.

terça-feira, 12 de abril de 2016

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Prova falsa - Interpretação de crônica

Prova Falsa (Stanislaw Ponte Preta)

Prova Falsa
(Stanislaw Ponte Preta)

Quem teve a idéia foi o padrinho da caçula - ele me conta. Trouxe o cachorro de presente e logo a família inteira se apaixonou pelo bicho. Ele até que não é contra isso de se ter um animalzinho em casa, desde que seja obediente e com um mínimo de educação.

— Mas o cachorro era um chato — desabafou.

Desses cachorrinhos de raça, cheio de nhém-nhém-nhém, que comem comidinha especial, precisam de muitos cuidados, enfim, um chato de galocha. E, como se isto não bastasse, implicava com o dono da casa.

— Vivia de rabo abanando para todo mundo, mas, quando eu entrava em casa, vinha logo com aquele latido fininho e antipático de cachorro de francesa.

Ainda por cima era puxa-saco. Lembrava certos políticos da oposição, que espinafram o ministro, mas quando estão com o ministro ficam mais por baixo que tapete de porão. Quando cruzavam num corredor ou qualquer outra dependência da casa, o desgraçado rosnava ameaçador, mas quando a patroa estava perto abanava o rabinho, fingindo-se seu amigo.

— Quando eu reclamava, dizendo que o cachorro era um cínico, minha mulher brigava comigo, dizendo que nunca houve cachorro fingido e eu é que implicava com o "pobrezinho".

Num rápido balanço poderia assinalar: o cachorro comeu oito meias suas, roeu a manga de um paletó de casimira inglesa, rasgara diversos livros, não podia ver um pé de sapato que arrastava para locais incríveis.
A vida lá em sua casa estava se tornando insuportável. Estava vendo a hora em que se desquitava por causa daquele bicho cretino. Tentou mandá-lo embora umas vinte vezes e era uma choradeira das crianças e uma espinafração da mulher.

— Você é um desalmado — disse ela, uma vez.

Venceu a guerra fria com o cachorro graças à má educação do adversário. O cãozinho começou a fazer pipi onde não devia. Várias vezes exemplado, prosseguiu no feio vício. Fez diversas vezes no tapete da sala. Fez duas na boneca da filha maior. Quatro ou cinco vezes fez nos brinquedos da caçula. E tudo culminou com o pipi que fez em cima do vestido novo de sua mulher.

— Aí mandaram o cachorro embora? — perguntei.
 

— Mandaram. Mas eu fiz questão de dá-lo de presente a um amigo que adora cachorros. Ele está levando um vidão em sua nova residência.

— Ué... mas você não o detestava? Como é que arranjou essa sopa pra ele?

— Problema da consciência — explicou: — O pipi não era dele.

E suspirou cheio de remorso.


Vocabulário

Espinafram – criticam, falam mal
Casimira – tecido de lã, muito produzido na Inglaterra
Desalmado – desumano, cruel
Guerra fria – desentendimento que não chega à violência física
Exemplado – castigado
Culminou – atingiu o ponto máximo
 


Estudo do Texto

1) Quem narra a história para o leitor?
a) O antigo dono do cachorro.
b) Um amigo do antigo dono do cachorro.
c) O novo dono do cachorro.

2) Quem teve a ideia de dar um cachorro àquela família?

3) Como deveria ser o cachorro para agradar ao dono da casa?

4) O dono da casa compara o cachorro aos políticos da oposição. O que há em comum entre os dois?

5) O dono da casa dizia que o cachorro implicava com ele. A mulher concordava com essa opinião? O que ela dizia sobre isso?

6) A palavra “pobrezinho” aparece entre aspas na linha 19 para indicar:
a) tamanho pequeno                    b) pobreza                         c) deboche

7) O homem enumerou várias coisas que o cachorro fez. Cite-as. / Cite três delas

8) Ele tentou mandar o cachorro embora várias vezes, mas não deu certo. Por quê?

9) Afinal, o cachorro merecia ser mandado embora? Explique.

10) Por que o título do texto é "Prova Falsa"?

Respostas: 
1) Letra B
2) O padrinho do caçula.
3) Obediente e com um mínimo de educação.
4) São puxa-sacos.
5) Não, a mulher dizia que nunca houve cachorro fingido e que ele é que implicava com o pobrezinho.
6) letra C
7) Comeu 8 meias, roeu a manga de um paletó e rasgou diversos livros.
8) Porque as crianças choravam e mulher brigava com ele.
9) Não, porque foi uma armação, o cachorro não tinha culpa, o pipi não era dele.
10) Porque o dono criou uma falsa prova contra o cachorro para mandá-lo embora.

Pontuar piadas - Discurso direto

Como emagrecer?



  Doutor    como eu faço para emagrecer



    Basta a senhora mover a cabeça da esquerda para a direita e da direita para a esquerda


    Quantas vezes, Doutor

    Todas as vezes que lhe oferecem comida
Organize e copie a piada abaixo em três parágrafos
Mãe Coruja              
A mãe coruja comenta toda orgulhosa com uma amiga  O meu filho completou 2 anos ontem e já está andando há seis meses Nossa Então ele deve estar bem longe
       Organize e copie a piada abaixo em cinco parágrafos, fazendo o uso adequado dos sinais de pontuações
                     Dever de casa
Joãozinho pergunta para a professora/Professora, alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez/E a professora responde/ Não Joãozinho/ Ainda bem Porque eu não fiz o dever de casa/
Chocolates
A professora tenta ensinar matemática ao Joãozinho    Se eu te der 4 chocolates hoje e mais 3 amanhã, você vai ficar comcomcom E o Joãozinho   Contente