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sábado, 5 de março de 2022

SISTEMA DIGESTÓRIO

                                                             SISTEMA DIGESTÓRIO




O corpo humano possui diferentes órgãos internos, cada um com uma função. Isso permite com que nosso organismo funcione corretamente.
         O sistema digestório é composto por vários desses órgãos. Ele é responsável pela transformação dos alimentos que ingerimos em substâncias bem pequenas, fazendo com que seus nutrientes sejam levados pelo sangue a todo o nosso corpo. Depois disso, o que não tem utilidade para o organismo é eliminado pelas fezes.
          A esse processo, damos o nome de digestão. Graças a ela, temos energia para brincarmos, estudarmos, enfim, para fazermos as nossas atividades diárias.
         Os órgãos que compõem o sistema digestório são: boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e ânus.
A digestão se inicia quando colocamos o alimento na boca. A produção de saliva é estimulada, e os dentes e a língua trabalham para triturá-lo e umedecê-lo. Após este momento, ele é engolido, passando pela faringe e pelo esôfago e, depois, para o estômago.
      O estômago é o local para onde o bolo alimentar se direciona. Ele se junta ao suco gástrico, que é uma substância encontrada ali, e que auxilia na transformação do bolo alimentar em pedaços ainda menores. Depois disso, ele passa a ser chamado de quimo.
À medida que os alimentos chegam, o estômago vai se dilatando. Normalmente, ele consegue acomodar até dois litros de alimentos, mas isso varia de pessoa para pessoa. Alguns nutrientes já são aproveitados pelo corpo, sendo levados pelo sangue para as células.

         Depois do estômago, o quimo vai para o intestino delgado. Lá, ele é misturado ao suco pancreático (feito no pâncreas), à bile (vinda do fígado) e ao suco entérico, do próprio intestino. Ali, outros nutrientes são aproveitados e, ao final do processo, o quimo passa a se chamar quilo.
        O quilo segue para o intestino grosso. Lá, água e sais minerais são aproveitados. O restante passa a se chamar fezes, e é eliminado para fora do corpo, pelo ânus.

Fonte: 
Sistema digestório. O funcionamento do sistema digestório - Escola Kids (uol.com.br)


1. A importância da digestão para o nosso corpo é:
a) (     ) desenvolver nosso organismo.
b) (     ) ativar as glândulas anexas.
c) (     ) transformar os alimentos em nutrientes e absorvê-lo.
d) (     ) transformar os nutrientes em alimentos para o corpo.
2. Os órgãos do nosso sistema digestório podem ser divididos em:
a) (     ) estruturas anexas e tudo digestório.
b) (     ) tubo digestório e estruturas isoladas.
c) (     ) glândulas anexas e estômago.
d) (     ) intestino delgado e intestino grosso.
3. As glândulas anexas ao tubo digestório são:
(     ) glândulas salivares, fígado e estômago.
(     ) glândulas salivares, pâncreas e esôfago.
(     ) glândulas salivares, pâncreas e o fígado.
(     ) boca, faringe e esôfago
4. O tubo digestório começa:
a) (     ) nas glândulas salivares.
b) (     ) na boca.
c) (     ) no esôfago.
d) (     ) no estômago.
5. O esôfago está situado:
a) (     ) entre o estômago e o intestino delgado.
b) (     ) entre o pâncreas e o estômago.
c) (     ) entre a boca e o estômago.
d) (     ) entre o intestino grosso e o delgado
6. Relacione as informações de acordo com as letras dos órgãos identificados a esquerda:
( a ) Faringe
( b ) Esôfago                                      
( c ) Estômago                                   
( d ) Intestino delgado
( e ) Intestino grosso                       .
( f ) Boca
(     ) Tubo de aproximadamente 3 metros enrolado no abdômen.
(     ) Recebe os alimentos vindos do esôfago.
(     ) Contém os restos de alimentos que serão eliminados na forma de fezes.
(     ) Órgão que leva o alimento da boca ao esôfago.
(     ) Conduz os alimentos da faringe até o estômago.
(     ) Onde ocorrem os processos de mastigar, triturar e moer os alimentos


GABARITO
1 - C
2 - A
3 - C
4 - A
5 - C
6 - D, C, E, A, B, F


COMPLETE:



domingo, 17 de abril de 2016

Vênus - Texto informativo / Simulado Prova Brasil e Saresp

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 5, leia o texto abaixo.

Vênus

Depois de Mercúrio, é o planeta mais perto do Sol. Seu ano dura 225 dias. Vênus tem duas coisas curiosas. A primeira é que gira no mesmo sentido que os ponteiros de relógio. Apenas ele e Urano fazem isso. Os outros planetas giram no sentido anti-horário. Além disso, o dia de Vênus é muito comprido: em vez de 24 horas, dura 5.800 horas! Os cientistas acham que Vênus pode ter dado uma batida monumental com algum asteroide, há milhões de anos. Por isso, ele anda de ré em volta do Sol e quase não gira em torno de si mesmo.
Vênus é também muito quente. A temperatura no planeta é de cerca de 500 graus centígrados, calor suficiente para derreter uma barra de chumbo, por exemplo.
(Almanaque Recreio. São Paulo: Editora Abril, 2003)
Responda



1. Quais as duas características curiosas a respeito do planeta Vênus?
(A) Ele gira no sentido anti-horário e seu dia é comprido.
(B) Ele gira no sentido do relógio e seu dia é curto.
(C) Ele gira no sentido anti-horário e o seu dia é curto.
(D) Ele gira no sentido do relógio e seu dia é comprido.

2. Quais os fatores que levam os cientistas a pensarem que Vênus pode ter dado uma batida em algum asteroide?

(A) Seu clima quente e sua atmosfera espessa.
(B) Seu ar pesado e sua proximidade ao Sol.
(C) Seu dia curto e seu movimento anti-horário.
(D) Seu giro lento em torno de si e seu movimento horário.
3. A expressão "uma batida monumental" significa uma batida

(A) muito forte.              (B) muito fraca.
(C) de leve.                    (D) barulhenta.

4. Vênus é um planeta mais quente do que a Terra porque
(A) depois de Mercúrio, é o planeta mais perto do Sol.
(B) seu dia é muito mais curto.
(C) seu ano dura 225 dias.
(D) anda de ré em volta do Sol.

5. Qual a função do texto acima?
(A) Fazer uma propaganda de Vênus.
(B) Relatar acontecimentos ocorridos em Vênus.
(C) Narrar uma história sobre Vênus.
(D) Informar sobre o planeta Vênus.




sábado, 9 de abril de 2016

Experiências: areia movediça, flores arco íris, erupção de vulcão, museu da natureza, germinação

Brincar e experimentar são sempre boas oportunidades também para aprender! Selecionamos alguns exemplos de como aprender se divertindo e fazendo bagunça.
1. Faça areia movediça 
Também conhecido como líquido não-newtoniano, esse é um experimento muito simples, que pode funcionar em escalas muito diferentes – você pode fazê-lo dentro de um pote de cereal, ou dentro de uma bacia. A graça é a seguinte: quando você coloca os dedos (ou qualquer objeto) devagar no líquido, você afunda até a base do pote. Mas, se bater os dedos bem rápido na superfície, ela fica dura, como se fosse um chão.
Um experimento muito simples que instiga muitas perguntas nas crianças, além de proporcionar uma experiência sensorial diferente.
Ingredientes:
Maizena
Água
Corante (opcional)
Modo de fazer:
Já que o experimento pode ser feito em diferentes escalas – de um balde até um copo -, recomenda-se manter a propoção de 2 copos de água para 1 de Maizena.
Se quiser, adicione algumas gotas de corante para deixar o líquido colorido, proporcionando ainda mais diversão.
Esse vídeo ajuda a visualizar a experiência:
2. Faça flores coloridas
Existem duas maneiras de fazer esse experimento.
A primeira é colocar flores – brancas ou de cores claras – individualmente em vasos com anilina misturada com água. A flor puxa a água do vaso para sobreviver, e quando a água está colorida, a flor absorve a cor para suas pétalas. O resultado dessa modalidade do experimento é colorir uma flor branca de azul, roxo, rosa, laranja, ou qualquer outra cor.
A segunda maneira é colocar uma flor, com o caule dividido, em vários vasos com água tingidas de cores diferentes. Como requer uso de um estilete, essa segunda técnica demanda a presença de um adulto. O resultado final é uma flor arco íris.
Captura de Tela 2016-04-04 às 09.25.42
Ingredientes:
Flores brancas
Água
Vasos (podem ser copos de vidro ou descartáveis, vidros vazios de geleia, etc)
Anilina ou corante alimentício – quanto maior for a quantidade de cor usada na água, mais forte ficará a cor nas pétalas da flor
Estilete
Modo de fazer:
Opção 1:
Encher o vaso de água, misturar com o corante, e colocar a flor branca dentro, como mostrado na figura ao lado. Espere 24 horas e pronto!
Opção 2:
Encha alguns vasos de água com diferentes cores – quanto mais diferentes, mais forte será o efeito arco-íris, mas você pode escolher diferentes paletas de cores.
Divida o caule em partes. Em cada vaso deve ter uma parte do caule, então não recomendamos muitos vasos porque, quanto mais tiverem, mais difícil será a divisão do caule. Faça, de baixo para cima da haste, com uma faca ou estilete, um corte longitudinal de até 15 centímetros de comprimento.
Durante as 24 horas – o tempo necessário para a flor absorver as cores – é importante deixar a flor equilibrada entre os vasos. Se isso estiver difícil, use palitos de churrasco para ajudá-la a ficar em pé.
É um pouco trabalhoso, mas o resultado é bastante recompensador. 
Captura de Tela 2016-04-04 às 09.24.51
fotos: hyperscience.com
3. Plante um feijão
Esse experimento já é um clássico. Muitas vezes, inclusive, é uma atividade proposta pela própria escola – colocar um feijão sobre um algodão úmido dentro de um copo plástico e vê-lo crescer. Propomos aqui que essa experiência seja feita com um pote de geleia – ou qualquer outro pote de vidro reutilizado – de forma que seja possível ver a germinação por completo. Esse experimento toma um tempo maior e mais paciência, mas é um jeito muito bonito e oportuno de observar o crescimento de uma planta. Observar a germinação da vida é um aprendizado importante, e essa atividade pode gerar interesse e curiosidade sobre plantas e  formas de vida diferentes dos seres humanos!
Captura de Tela 2016-04-04 às 09.28.13
foto: My first nature book
Ingredientes:
Pote de vidro
Um feijão
Algodão
Modo de fazer:
Umedeça o algodão com a água.
Encha o vidro de algodão úmido.
Encaixe o feijão no algodão na lateral do vidro, como na foto ao lado.
Não deixe o algodão ficar seco – uma vez por dia (ou quando necessário) coloque água aos pouquinhos, para manter o algodão úmido o tempo todo.
Em cerca de 3 dias, a raiz vai começar a aparecer no feijão.
Quando o feijão crescer mais de 20 centímetros, tire ele do vidro e plante ele em um pote de terra.
4. Faça um museu da natureza
Catalogar elementos da natureza é uma tarefa bastante científica. Afinal, ciência é conhecimento, e organizar os elementos que você conhece é um jeito bastante eficiente de organizar seu próprio conhecimento em relação a eles.
Os primeiros museus, os chamados “Gabinetes de curiosidade”, funcionavam mais ou menos assim: algumas pessoas com espírito científico colecionavam pedras, conchas, fósseis e plantas, organizavam esses elementos em suas casas e agendavam visitas para que outras pessoas pudessem conhecer essas maravilhas da natureza. Experimente fazer com a criança um museu de história natural e ofereça visitas guiadas aos membros da sua família!
Captura de Tela 2016-04-04 às 09.28.02
foto: Mom’s crafty space
Ingredientes:
Cartolina
Tesoura + cola ou fita adesiva
Algodão
Elementos da natureza (pedras, conchas, sementes, galhos…)
Modo de fazer:
Pegue uma caixa de sapato ou monte uma caixa de papelão ou cartolina e faça divisórias quadradas de cartolina, dividindo igualmente o espaço da caixa. Dentro de cada quadradinho coloque algodão e uma etiqueta. Depois, organize o que for encontrando dentro de cada quadrado e identifique cada elemento na etiqueta.
5. Faça um vulcão em erupção
Vulcões são um fenômeno geológico fascinante. A erupção, cheia de lava e fumaça, atiça a imaginação e a curiosidade de muitas crianças e de adultos também. É possível realizar um experimento que simula um vulcão explodindo com vinagre e bicarbonato de sódio – bagunça garantida, e uma ótima oportunidade para conversar sobre química e sobre como a interação de alguns elementos pode transformá-los por completo, resultando em explosões!
Captura de Tela 2016-04-04 às 09.28.43
foto: Marilyn Nieves, Getty Images
Ingredientes:
Massinha de modelar ou papel machê
Garrafa PET
Água morna
2 colheres de sopa de bicarbonato de sódio
6 gotas de detergente
Corante vermelho (opcional)
Modo de fazer:
Corte o bico da garrafa PET. Usando-a como base, encha até a metade de água morna, e misture o detergente, o bicarbonato e o corante. Em volta da garrafa, faça um modelo cônico do vulcão. Recomendamos fazer isso com massinha ou papel machê. Quando tudo estiver pronto, basta despejar um pouco de vinagre dentro da boca do vulcão para que a “lava” comece a jorrar!
Dica: para minimizar a bagunça, coloque o vulcão dentro de um recipiente como uma caixa de papelão ou um Tupperware. 
Experimento extra: Veja aqui também como fazer um terrário, um jardim com um rico ecossistema que existe todo dentro de um vidro!
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Fonte: http://www.todacriancapodeaprender.org.br/5-atividades-cientificas-para-fazer-com-as-criancas/