domingo, 22 de setembro de 2013

Textos curtos para montar avaliação - 3/4º anos

LÁ ATRÁS É MAIS LEGAL
Andar de carro é gostoso á beça. E se você tiver menos de dez anos, o banco de trás é o seu lugar, porque é muito mais seguro. Os bebês também têm que ir no banco traseiro, sentados nas cadeirinhas e protegidos com aquelas fivelas que são o cinto de segurança deles.
Não dá para esquecer nunca do cinto, mesmo no banco de trás. Em caso de batida, é a sua única proteção.
Disponível em: http://www.canalkids.com.br/cidadania/transito/banco.htm
“Lá atrás é mais legal” por que:
a) Os bebês têm que ir sentados em cadeirinhas.
b) O cinto de segurança também deve ser usado.
c) Os bebês têm que ir no banco traseiro.

d) O banco de trás é mais seguro.

Leia o texto:
DE BEM COM A VIDA
Filó, a joaninha, acordou cedo.
-- Que lindo dia! Vou aproveitar para visitar a minha tia.
-- Alô, tia Matilde. Posso ir aí hoje?
-- Venha, Filó. Vou fazer um almoço bem gostoso.
Filó colocou seu vestido amarelo de bolinhas pretas, passou batom cor-de-rosa, calçou os sapatinhos de verniz, pegou o guarda chuva preto e saiu pela floresta: plecht, plecht...
Andou, andou... e logo encontrou Loreta, a borboleta.
-- Que lindo dia!
Trecho do conto de Nye ribeiro – Revista Nova Escola – volume 5
Edição Especial.
A frase “—que lindo dia! Vou aproveitar para visitar minha tia”. Foi dita pela
a) Loreta
b) Matilde
c) Floresta
d) Filó

O COLECIONADOR DE BORBOLETAS
Era uma vez um homem que morava numa torre muito alta, no meio de uma floresta, longe de qualquer outra casa.
Da sua torre, em dias muito claros, ele podia avistar a cidade vizinha, cheia de casas e pessoas. Se olhasse para baixo, podia ver as copas das árvores... Mas ele nunca pensava em árvores, nem em pessoas. Seu pensamento estava sempre voltado para uma só coisa...borboletas. Sempre à procura de novas espécies, a única coisa que o interessava era apanhar sua rede e aventurar-se no coração do bosque solitário.
(TESTA, Fúlvio. O colecionador de borboletas. São Paulo: Melhoramentos, 1978. Fragmentos

O homem morava:
a) na cidade                                 c) na floresta
b) na fazenda                               d) no parque


Leia o texto e responda

A terra já conheceu inúmeras espécies de animais. Muitas foram extintas como a dos dinossauros que viviam no planeta por cerca de 140 milhões de anos e desapareceram por consequência da queda de meteoros. São várias as causas da extinção das espécies pelo homem: caça indiscriminada, tráfico de animais, alteração do habitat através da destruição das matas, poluição do ar, da água e do solo. No Brasil, mais de 250 espécies de animais estão seriamente ameaçadas.
Disponível em: <http://www2.uol.com.br/ecokids/animais/listaofi.htm
O assunto do texto é:
a) Extinção dos animais            
b) Poluição na terra
c) Queda de meteoros
d) Vida dos dinossauros

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Sequencia didática de aula- Lendo fábulas

SUGESTÃO DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA O 1º ANO/2º Anos

Seqüência didática

1 - O que é
Sem que haja um produto, como nos projetos, as seqüências didáticas pressupõem um trabalho
pedagógico organizado em uma determinada seqüência, durante um determinado período estruturado pelo(a) professor(a), criando-se, assim, uma modalidade de aprendizagem mais orgânica. Os planos de aula, em geral, seguem essa organização didática.
A seqüência didática permite, por exemplo, que se leiam textos relacionados a um mesmo tema, de um mesmo autor, de um mesmo gênero; ou ainda que se escolha uma brincadeira e se aprenda sua origem e como se brinca; ou também que se organizem atividades de arte para conhecer mais as várias expressões artísticas, como o teatro, a pintura, a música, etc; ou que se estudem conteúdos das várias áreas do conhecimento do ensino fundamental, de forma interdisciplinar.


2 - Sugestões


Lendo Fábula


Objetivo:trabalhar com as estratégias de leitura, no sentido de a criança ir tomando consciência de que o processo de ler prevê seleção, antecipação, inferência e verificação de aspectos do texto que se lê.


O urso e as abelhas
Um urso topou com uma árvore caída que servia de depósito de mel para um enxame de abelhas. Começou a farejar o tronco quando uma das abelhas do enxame voltou do campo de trevos.
Adivinhando o que ele queria, deu uma picada daquelas no urso e depois desapareceu no buraco do tronco. O urso ficou louco de raiva e se pôs a arranhar o tronco com as garras na esperança de destruir o ninho. A única coisa que conseguiu foi fazer o enxame inteiro sair atrás dele. O urso fugiu a toda a velocidade e só se salvou porque mergulhou de cabeça num lago.
Moral da história: Mais vale suportar um só ferimento em silêncio que perder o controle e acabar todo machucado.

(Fábulas de Esopo/compilação: Russel Ash e Berbard Higton; tradução Heloísa Jahn. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1994)



Desenvolvimento do trabalho
Os três momentos de trabalho, a seguir, representam um modo de ler diferente, por exemplo,
do que foi proposto na atividade permanente. Agora se trata de fazer uma espécie de “modelagem” das estratégias que um leitor proficiente faz para compreender o que lê.
Um bom começo é acomodar as crianças de forma que se sintam confortáveis para a leitura.



Momento A - Antes da leitura
Atividades cujo objetivo é trazer o repertório do leitor (seus conhecimentos prévios) para a compreensão textual, discutindo os elementos contextualizadores do texto: autor, portador, título, sumário, capas, assunto/tema, ilustrações:
1 – Mostre a capa e quarta-capa do livro em que está publicada a fábula, discutindo suas ilustrações (ou então use outro livro de fábulas, em que há essa fábula, mesmo em outra versão, ou outra fábula ainda...). Mostre também as ilustrações internas. Provavelmente, as crianças já conseguirão relacioná-las a histórias de seu repertório. Pergunte, a partir dessas primeiras indicações, se sabem o que se vai ler, nesse momento.
2 – Quando ler o título do livro, “Fábulas de Esopo”, é bem possível que muitas crianças explicitem que conhecem fábulas sim. Peça, então, que algumas contem algumas histórias que conheçam. Não há problema se forem contos de fadas ou outras histórias tradicionais e não,exatamente, fábulas. Essa é apenas uma boa oportunidade de os leitores se aproximarem
do gênero textual “fábula” – afinal, a classificação dos gêneros textuais também não é tão tranqüila, mesmo entre os especialistas.
3 – Em relação ao autor, conte às crianças quem foi Esopo: um escravo que teria vivido na Grécia, no século V a.C., considerado o maior divulgador de fábulas. No entanto, não se sabe nem se ele realmente existiu. Pode ser que algumas crianças se lembrem de Monteiro Lobato, que também escreveu suas versões de algumas fábulas. Incentive-as para que falem a respeito.
4 – Em seguida, leia os títulos de algumas fábulas presentes no livro, perguntando se as crianças
conhecem algumas delas. Seria interessante ouvir algumas dessas histórias contadas pelas crianças. Se esse momento, em que se explicitam os conhecimentos dos estudantes, for rico em
discussão, as crianças possivelmente estarão mais motivadas, inclusive, para prosseguirem com a leitura. Se você registrar as reflexões feitas, em forma de cartaz, por exemplo, poderão, no momento C, discutir as hipóteses levantadas, o que é fundamental para o processo de leitura: fazer antecipações iniciais que se vão ou não confirmando ao longo da leitura.



Momento B – durante a leitura 
Atividades cuja finalidade é apresentar alguns objetivos orientadores do ato de ler, por meio de um levantamento de aspectos que auxiliem a construção dos sentidos do texto: o tema, o gênero textual em suas funções e características, os recursos expressivos utilizados pelo autor. Dessa forma, você estabelece com os estudantes alguns objetivos para antecipar aspectos importantes do texto, por meio de um mapa textual que ajude os leitores na compreensãoglobal do que vão ler.

1 – Antes de realizar a leitura da fábula, em voz alta, para as crianças, peça que prestem atenção:
- em quem participa da história e como agem;
- nos três momentos da narrativa;
- no ensinamento presente na fábula.
2 – Leia, expressivamente, a história.



Momento C – depois da leituraAtividades cujos objetivos são ampliar as referências culturais dos leitores, especialmente os conteúdos das várias áreas do conhecimento implicadas no texto, refletindo sobre seus aspectos polêmicos e, ainda, discutir as perspectivas do narrador e do leitor. É também momento de ensinar o estudante a fazer paráfrases (orais ou escritas) do que leu e produzir textos em outras linguagens (desenho, pintura, dramatização, etc.);
1 – Discuta as hipóteses das crianças levantadas no momento A: confirmaram-se? Totalmente? Parcialmente? Não se confirmaram? Por quê? Veja que não é reduzir ao “acertou ou errou”, mas valorizar os conhecimentos dos leitores.
2 – Converse com as crianças sobre as personagens da história: urso e abelhas. Pergunte se sabem qual é uma das comidas prediletas dos ursos, para que percebam que esse é o motivo inicial da discórdia entre o urso e a abelha que o picou primeiro. Aproveite para retomar o título da fábula, o qual confirma o tema da história. Se as crianças se lembrarem de outras fábulas, vão perceber que, em geral, muitas delas têm como título o nome dos animais que são personagens: “A lebre e a tartaruga”, “O leão e o rato”, “O burro e o cão”, “O galo e a raposa”, etc.
3 – Discuta como a abelha agiu para defender sua moradia e como o urso agiu sob o comando
da raiva. Problematize a questão, falando também sobre os comportamentos humanos em determinadas situações. As crianças conhecem algum filme em que essas situações também são apresentadas. Como foi isso? Essa discussão vai deixando claro para os estudantes uma das características da fábula como gênero textual.
4 – Converse sobre os três momentos da história: a ação do urso procurando mel; a picada da abelha e a reação do urso; o ataque maciço das abelhas. Sabemos que o enredo de uma narrativa ficcional tradicional articula-se em torno de uma situação inicial, uma complicação/ desequilíbrio e um desfecho. Evidentemente que essa nomenclatura não precisa ser explicitada para as crianças, mas provavelmente, ao conhecer mais essas narrativas, eles irão se apropriando da concepção de que esses elementos fazem parte do gênero textual.
5 – Faça com as crianças, oralmente, alguns exercícios de substituição de certas palavras ou expressões do texto, para que percebam certos recursos lingüísticos usados pelo autor:
a) “O urso começou a farejar o tronco”. Que outra palavra poderia ser usada? Cheirar? Qual a diferença entre “cheirar” e “farejar”? Parece que “farejar” é mais próprio de bicho, de animal.
b) “A abelha deu uma picada daquelas no urso”. Como seria outra forma de dizer isso? A abelha deu uma enorme picada no urso? A abelha deu uma picada muito grande no urso? outras possibilidades?
c) “O urso ficou louco de raiva”. Como as crianças diriam isso, com outras palavras? O urso ficou muito bravo mesmo? O urso ficou com muita raiva? Outras possibilidades?
6 – Proponha uma questão para as crianças: se houvesse um diálogo na fábula entre o urso e
a abelha, como poderia ser ele? Essa é uma boa oportunidade de discutir as formas de diálogo das narrativas e, se quiser, até mesmo a diferença entre um diálogo oral e um escrito.
7 – Faça uma lista de títulos de fábulas que as crianças conhecem, salientando quem são os personagens e que comportamentos humanos representam. Sabemos que a fábula é umanarrativa curta, que faz uma crítica a certos comportamentos humanos por meio de personagens que são animais. Nela há sempre uma moral, que pode vir explícita no texto ou não.
8 – Leia de novo a moral da fábula “O urso e as abelhas” e peça que as crianças comentem:concordam com ela? Por quê? Discordam? Por quê? Já viveram alguma situação parecida? Conhecem alguém que viveu? Como foi?

Faça uma lista de provérbios que os estudantes conhecem, explicando que os provérbios são frases prontas que vieram das fábulas e acabaram por ficar independentes das histórias.
9 – Peça que as crianças façam paráfrases orais da fábula. Lembre-se de que esse momento é
para recontar com as próprias palavras, sem fugir do texto. Um leitor pode ajudar o outro.
10 – Peça que as crianças imitem a cena em que o urso corre para o lago, com as abelhas atacando-o. A expressão corporal é uma importante linguagem humana, especialmente na infância. Aproveitem o momento para se divertir com as diferentes maneiras por meio das quais as crianças representam o urso em seu desespero para se safar do ataque das abelhas.
11 – Solicite, depois, que os estudantes desenhem esse mesmo momento. É enriquecedor que as crianças possam se expressar a partir de várias e diferentes linguagens. Em seguida, se tiver a edição indicada, mostre a ilustração da fábula que há no livro em que há exatamente esse episódio. Conversem a respeito, especialmente sobre as diferentes possibilidades de ilustrar uma mesma cena.
12 – Organize com as crianças uma maquete da floresta onde teria acontecido a história do urso e das abelhas. Solicite que, primeiramente, as crianças falem a respeito. Depois, anote aspectos que devem ser considerados numa descrição mais minuciosa desse espaço. Não se esquecer de que a “floresta” nas histórias tradicionais, que tanto encanta as crianças, tem toda uma magia que aflora nossa imaginação, nossas sensações e até mesmo nossos medos. Assim, a maquete poderia contemplar, de alguma forma, as representações sobre esse espaço tão especial.

* fonte: Ensino Fundamental de Nove Anos - Orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade (MEC)

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Atividades para transposição

22 de agosto - folclore

Cálculo mental - 2º ano


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJKzQqj_aX749QhkXmUeU3Q4CNdMcenwCyLLMu65K2R_rgBdo8d2BpkB4JFUkxEdrn3tbUM6XPgIfWmIOVEpq5WlJyV-nzg75FO4XwJupsDH_Ibme89NXCBuXbhGz4ARPz9iisKuinc3Ne/s1600/claralibe.jpg

Mais divisões para lição de casa

aa) 165 : 3 =
bb) 156 : 6 =
cc) 192 : 3 =
dd) 265 : 5 =
ee) 172 : 2 =
ff) 495 : 5 =
gg) 197 : 2 =
hh) 146 : 3 =
ii) 137 : 3 =
jj) 337 : 4 =
kk) 398 : 4 =
ll) 175 : 2 =
mm) 269 : 3 =
nn) 297 : 4 =


III) Agora arme e efetue em seu caderno sabendo que deverá ter como resposta três algarismos no quociente.

a) 693 : 3 =
b) 964 : 4 =
c) 666 : 6 =
d) 556 : 2 =
e) 936 : 4 =
f) 732 : 4 =
g) 932 : 5 =
h) 686 : 3 =
i) 973 : 2 =
j) 1065 : 5 =
k) 1736 : 4 =
l) 1538 : 2 =
m) 1923 : 3 =
n) 1946 : 3 =
o) 1359 : 4 =
p) 1786 : 4 =
q) 2632 : 3 =
r) 2212 : 3 =
s) 1738 : 4 =
t) 2356 : 5 =



IV) Arme e efetue as divisões, sabendo que há zero no final do dividendo e no quociente.


a) 30 : 3 =
b) 50 : 5 =
c) 20 : 2 =
d) 70 : 7 =
e) 60 : 3 =
f) 90 : 3 =
g) 40 : 2 =
h) 80 : 2 =
i) 120 : 4 =
j) 150 : 5 =
k) 180 : 2 =
l) 360 : 3 =
m) 690 : 3 =
n) 280 : 2 =
o) 390 : 3 =
p) 480 : 4 =
q) 400 : 4 =
r) 1650 : 5 =
s) 7240 : 2 =
t) 5180 : 2 =
u) 1350 : 5 =
v) 1200 : 2
w) 3000 : 5 =
x) 4200 : 6 =
y) 2400 : 4 =
z) 4800 : 6 =

a) 1600 : 4 =
b) 2500 : 5 =
c) 5400 : 6 =
d) 1800 : 3 =



V) Nestas divisões aparece o zero intercalado no dividendo, continue armando e efetuando as divisões em seu caderno.


a) 805 : 3 =
b) 307 : 3 =
c) 209 : 2 =
d) 605 : 5 =
e) 807 : 3 =
f) 304 : 2 =
g) 702 : 3 =
h) 104 : 4 =
i) 2202 : 6 =
j) 4085 : 5 =
k) 5508 : 6 =
l) 3055 : 5 =
m) 1902 : 2 =
n) 3066 : 6 =
o) 1909 : 2 =
p) 2706 : 4 =
q) 8038 : 3 =
r) 1306 : 4 =
s) 1073 : 2 =
t) 1094 : 5 =
u) 2064 : 5 =

Divisões para lição de casa - 3º ano

a) 18 : 6 =
b) 27 : 9 =
c) 21 : 7 =
d) 24 : 8 =
e) 30 : 6 =
f) 36 : 9 =
g) 24 : 6 =
h) 40 : 5 =
i) 48 : 8 =
j) 100 : 5 =
k) 42 : 7 =
l) 70 : 7 =
m) 54 : 6=
n) 40 : 8 =
o) 16 : 4 =
p) 35 : 7 =
q) 90 : 3 =
r) 54 : 9 =
s) 81 : 9 =
t) 90 : 9 =
u) 28 : 7 =
v) 40 : 5 =
w) 45 : 9 =
x) 21 : 3 =
y) 16 : 2 =
z) 25 : 5 =


a) 93 : 3 =
b) 42 : 2 =
c) 68 : 3 =
d) 97 : 3 =
e) 87 : 4 =
f) 95 : 3 =
g) 53 : 2 =
h) 96 : 4 =
i) 76 : 3 =
j) 47 : 3 =
k) 186 : 3 =
l) 324 : 4 =
m) 164 : 2 =
n) 255 : 5 =
o) 124 : 4 =
p) 248 : 4 =
q) 153 : 3 =
r) 148 : 2 =
s) 127 : 3 =
t) 169 : 2 =
u) 206 : 4 =
v) 189 : 6 =
w) 143 : 2 =
x) 176 : 2 =

Texto para divertir -O que é um churrasco?

O que é um Churrasco? (Escrito por uma mulher)


O churrasco é a única coisa que um homem sabe cozinhar, e quando um homem se propõe a realizá-lo, ocorre à seguinte cadeia de acontecimentos:

01 – A mulher vai ao supermercado comprar o que é necessário

02 - A mulher prepara a salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa.

03 - A mulher tempera a carne e a coloca numa bandeja com os talheres necessários, enquanto o homem está deitado próximo à churrasqueira, bebendo uma cerveja.

04 - O homem coloca a carne no fogo.

05 - A mulher vai para dentro de casa para preparar a mesa e verificar o cozimento dos legumes.

06 - A mulher diz ao marido que a carne está queimando.

07 - O homem tira a carne do fogo.

08 - A mulher arranja os pratos e os põe na mesa.

09 - Após a refeição, a mulher traz a sobremesa e lava a louça.

10 - O homem pergunta à mulher se ela apreciou não ter que cozinhar e, diante do ar aborrecido da mulher, conclui que elas nunca estão satisfeitas....

DIREITO DE RESPOSTA (Escrito por um homem)

01 - Nenhum churrasqueiro, em sã consciência, iria pedir à mulher para fazer as compras para um churrasco, pois ela iria trazer cerveja Kaiser, um monte de bifes, asas de frango e uma peça de picanha de 4,8 kg que o açougueiro disse ser ‘Ótima', pois não conseguiu empurrar para nenhum homem.

02 - Salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa, ela prepara só para as mulheres comerem. Homem só come carne e toma cerveja.

03 - Bandeja com talheres? Só se for para elas. Homem que é homem, come churrasco como tira-gosto e belisca com a mão!

04 - Colocar a carne no fogo??? Tá louca??? A carne tem que ir para a grelha ou para um espeto que, a propósito, tem que ser virado a toda hora.

05 - Legumes??? Como eu já disse, só as mulheres comem isso num churrasco.

06 - Carne queimando??? O homem só deixa a carne queimar quando a mulherada reclama: 'Não gosto de carne sangrando'; 'Isto está muito cru'; 'tá viva??'. Após a décima vez que você oferece o mesmo pedaço que estava ao ponto uma hora antes, elas acabam comendo a carne tão macia quanto o espeto e tão suculenta quanto um pedaço de carvão.

07 - Pratos? Só se for para elas mesmas!

08 - Sobremesa? Só se for mais uma Skol.

09 - Lavar louça? Só usei meus dedos!!! (e limpei na bermuda).

Realmente, as mulheres nunca vão entender o que é um churrasco!!!
Fernando Veríssimo


retirado: http://proportoseguro.blogspot.com.br/search/label/Cruzadinhas

Os sonhos que desejo para ti

Texto de Aluísio Cavalcante Jr.

Os sonhos que desejo para ti

Olho para ti com olhos de esperança,
E te desejo duas certezas que trago comigo.

A primeira:
Que nunca descuides dos teus sonhos individuais.
Com eles construirás uma família.
Aprenderás a estudar para ser feliz e não apenas ganhar dinheiro.
Cuidarás da essência de ser feliz.

A segunda:
Que nunca descuides dos teus sonhos coletivos:
Com eles construirás um País.
Aprenderás a estudar para fazer feliz e não apenas gerar riquezas.
Cuidarás da essência do fazer solidário.

Hoje sei que não podemos ser felizes com apenas um dos sonhos.
Sonhos servem para inspirar sonhos.
Para inspirar vidas.
Para justificar os sentimentos que nos tornam humanos.
Sem a união destes dois sonhos,
Tudo fica sem sentido.
E a vida perde o brilho de ser vida.

Fonte: 
http://meustrabalhospedagogicos.blogspot.com/

Tangolomango - Brincadeira folclórica

 Tangolomango


Era uma velha que tinha nove filhas;
foram todas fazer biscoito.
Deu o tangoronomango numa delas
e das nove ficaram oito.

Essas oito, meu bem, que ficaram,
foram todas jogar confete.
Deu o tangoronomango numa delas

e das oito ficaram sete.

Essas sete, meu bem, que ficaram, 
foram todas aprender francês. 
Deu o tangoronomango numa delas 

e das sete ficaram seis.

Essas seis, meu bem, que ficaram, 

foram todas comprar um brinco. 
Deu o tangoronomango numa delas 
e das seis ficaram cinco.


Essas cinco, meu bem, que ficaram, 

foram todas pintar um quadro. 
Deu o tangoronomango numa delas 
e das cinco ficaram quatro.

Essas quatro, meu bem, que ficaram, 

foram todas jogar xadrêz. 
Deu o tangoronomango numa delas 
e das quatro ficaram três.

Essas três, meu bem, que ficaram, 

foram todas correr às ruas.
Deu o tangoronomango numa delas 
e das três ficaram duas.

Essas duas, meu bem, que ficaram, 

foram ambas pra Inhaúma. 
Deu o tangoronomango numa delas 
e das duas ficou só uma.

Essa uma, meu bem, que ficou,
foi parar na correção.
Deu o tangoronomango ali nela
e acabou-se a geração.

Texto científico Jacaré

REINO: ANIMÁLIA
FILO: CHORDATA
CLASSE: REPTILIA
ORDEM: CROCOLYLIA
FAMÍLIA: ALLIGATORIDAE


OS JACARÉS SÃO RÉPTEIS CARNÍVOROS MUITO SEMELHANTES AO CROCODILO. O QUE OS DIFERENCIA É QUE OS JACARÉS POSSUEM A CABEÇA MAIS CURTA E LARGA E TAMBÉM POSSUI MEMBRANAS INTERDIGITAIS NOS POLEGARES TRASEIROS. PODEM PESAR ATÉ 80 KG E ATINGIR 5M DE COMPRIMENTO.
POSSUI CERCA DE 80 DENTES, MAS SÓ OS USA QUANDO A PRESA É GRANDE, POIS SEGURA A PRESA E SACODE ATÉ QUE SE DESPEDACE. QUANDO A PRESA É PEQUENA, O JACARÉ APENAS ENGOLE. HÁ NO BRASIL CINCO ESPÉCIES DE JACARÉS ESPALHADAS EM VÁRIAS REGIÕES.
DURANTE O DIA OS JACARÉS SE JUNTAM EM BANDOS PARA TOMAR SOL E SAEM À NOITE PARA CAÇAR. NORMALMENTE A CAÇA É FEITA DENTRO D’ÁGUA. ALIMENTAM-SE DE PEIXES, AVES, MOLUSCOS E PEQUENOS MAMÍFEROS QUE FICAM NAS MARGENS DOS RIOS.
PARA REPRODUZIR, O JACARÉ CURVA O CORPO COM A CAUDA PARA BAIXO DA FÊMEA ATÉ ENCOSTAR A COACLA NA DELA. AS FÊMEAS PÕEM SEUS OVOS NAS MARGENS DOS RIOS USANDO FOLHAS SOLTAS PARA ESCONDER O NINHO. OS JACARÉS ATACAM O HOMEM QUANDO SENTEM QUE SEU NINHO ESTÁ AMEAÇADO. OS FILHOTES, APÓS APROXIMADAMENTE 80 DIAS, NASCEM PARECIDOS COM OS PAIS, PORÉM COM 25 CM DE COMPRIMENTO. CHEGAM À FASE ADULTA AOS CINCO ANOS DE IDADE ONDE TERÁ APROXIMADAMENTE 1,8M DE COMPRIMENTO.



Textos para reflexão

 Voe cada vez mais alto

Um jovem piloto experimentava um monomotor muito frágil, uma daquelas sucatas usadas na segunda guerra mundial, mas que ainda tinha condições de voar.
Ao levantar vôo, ouviu um ruído vindo debaixo de seu assento. Era um rato que roia uma das mangueiras que dava sustentação para o avião permanecer nas alturas.
Preocupado, pensou em retornar ao aeroporto para se livrar do seu incômodo e perigoso passageiro, mas lembrou-se de que devido à altura o rato logo morreria sufocado.
Então voou cada vez mais alto e notou que os ruídos que estavam colocando em risco sua viagem tinham acabado, conseguindo assim fazer sua arrojada aventura ao redor do mundo, que era seu grande sonho…

Se alguém ameaçá-lo, voe cada vez mais alto
Se alguém criticá-lo, voe cada vez mais alto
Se alguém tentar destruí-lo por inveja e fofocas, voe cada vez mais alto… e por fim,
Se alguém cometer alguma injustiça com você, voe cada vez mais alto… Sabe por quê?
Ameaçadores, críticos, invejosos e injustos são iguais aos “ratos” – não resistem às grandes alturas.


Duas pulgas diretoras estavam conversando e então uma comentou com a outra:
- Sabe qual é o nosso problema?
Nós não voamos, só sabemos saltar.
Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero.
É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.
Elas então decidiram contratar uma mosca para treinar todas as pulgas a voar e entraram num programa de treinamento de voo e saíram voando.
Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:
- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele.
Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam voo rapidamente.
Elas então contrataram uma abelha para lhes ensinar a técnica do chega-suga-voa.
Funcionou, mas não resolveu.
A primeira pulga explicou por quê:
- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando.
Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito.
Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.
E então um pernilongo lhes prestou treinamento para incrementar o tamanho do abdômen.
Resolvido, mas por poucos minutos.
Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar.
Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:
- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plásticas?
- Não, entramos num longo programa de treinamento. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.
- E por que é que estão com cara de famintas?
- Isso é temporário. Já estamos fazendo treinamento com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar de modo a perceber, com antecedência, a vinda da pata do cachorro. E você?
- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.
Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha:
- Mas você não está preocupada com o futuro?
Não pensou em um programa de treinamento, em uma reengenharia?
- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.
- Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas, quiseram saber as pulgonas.
- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução.
E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me disse:
“Não mude nada. Apenas sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança.”

Moral da história:
Você não deve focar no problema e sim na solução.
Para ser mais eficiente é necessário estudar, analisar e não falar.
Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento, execução e praticidade.
Não queira complicar, seja prático e objetivo.

A arte de julgar os outros


  Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. E os pais desta família compraram um filhote de pastor alemão. Então começa uma conversa entre os dois vizinhos: 
- Ele vai comer o meu coelho! 
- De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos "pegar" amizade! 
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais. Eis que o dono do coelho foi viajar no fim de semana com a família, e o coelho ficou sozinho. 
No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche tranqüilamente, quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra e morto. Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma tremenda surra! Dizia o homem: 
- O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso! 
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora? Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos. 
- Já pensaram como vão ficar as crianças? 
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível: 
- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha. E assim fizeram. 
Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. 
Logo depois eles ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças. 
- Descobriram! 
Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma. 
- O que foi? Que cara é essa? 
- O coelho, o coelho... 
- O que tem o coelho? 
- Morreu! 
- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem. 
- Morreu na sexta-feira! 
- Na sexta? 
- Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora reapareceu! 

A história termina aqui. O que aconteceu depois fica para a imaginação de cada um de nós. Mas o grande personagem desta história, sem dúvida alguma, é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre seu amigo coelho morto e enterrado. O que faz ele? Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando o fizessem ressuscitá-lo. E o ser humano continua julgando os outros. 
Outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu. Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade? Histórias como essa, são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos. Às vezes fazemos o mesmo.





DEUS NUNCA ERRA !


Um rei que não acreditava na bondade de DEUS, tinha um servo que em todas as situações lhe dizia: 
- Meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é perfeito, Ele não erra! 
Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei. O seu servo conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão. 
Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse: 
- Deus é bom? Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo. 
O servo apenas respondeu: 
- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom e ele sabe o porquê de todas as coisas. O que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra! 
Indignado com a resposta, o rei mandou prender o seu servo.
Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos. 
Já no altar, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no: ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses. 
Ao voltar para o palácio, mandou soltar o seu servo e recebeu-o muito afetuosamente. 
- Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Escapei de ser sacrificado pelos selvagens, justamente por não ter um dedo! Mas, tenho uma dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso? 
- Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum.


Muitas vezes nos queixamos da vida e das coisas aparentemente ruins que nos acontecem, esquecendo-nos que nada é por acaso e que tudo tem um propósito. Toda a manhã ofereça seu dia a Deus. Peça para Deus inspirar os seus pensamentos, guiar os seus atos, apaziguar os seus sentimentos. E nada tema, pois 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Trava lingua com a letra B

Sequencia numérica d edez em dez


Trava lingua - O tatu

Trava lingua com a letra J


O Leão e o ratinho - Letra cursiva

O leão e o ratinho
Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado debaixo da sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear por cima dele e ele acordou.
     Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu debaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.
Algum tempo depois o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguindo se soltar, fazia a floresta tremer com seus urros de raiva.
Nisso, apareceu o ratinho, e, com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.
Moral: uma boa ação ganha a outra.
FÁBULA DE ESOPO. SÃO PAULO:
COMPANHIA DAS LETRINHAS, 1994, P. 3

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Cruzadinha Legal