sábado, 9 de abril de 2016

Experiências: areia movediça, flores arco íris, erupção de vulcão, museu da natureza, germinação

Brincar e experimentar são sempre boas oportunidades também para aprender! Selecionamos alguns exemplos de como aprender se divertindo e fazendo bagunça.
1. Faça areia movediça 
Também conhecido como líquido não-newtoniano, esse é um experimento muito simples, que pode funcionar em escalas muito diferentes – você pode fazê-lo dentro de um pote de cereal, ou dentro de uma bacia. A graça é a seguinte: quando você coloca os dedos (ou qualquer objeto) devagar no líquido, você afunda até a base do pote. Mas, se bater os dedos bem rápido na superfície, ela fica dura, como se fosse um chão.
Um experimento muito simples que instiga muitas perguntas nas crianças, além de proporcionar uma experiência sensorial diferente.
Ingredientes:
Maizena
Água
Corante (opcional)
Modo de fazer:
Já que o experimento pode ser feito em diferentes escalas – de um balde até um copo -, recomenda-se manter a propoção de 2 copos de água para 1 de Maizena.
Se quiser, adicione algumas gotas de corante para deixar o líquido colorido, proporcionando ainda mais diversão.
Esse vídeo ajuda a visualizar a experiência:
2. Faça flores coloridas
Existem duas maneiras de fazer esse experimento.
A primeira é colocar flores – brancas ou de cores claras – individualmente em vasos com anilina misturada com água. A flor puxa a água do vaso para sobreviver, e quando a água está colorida, a flor absorve a cor para suas pétalas. O resultado dessa modalidade do experimento é colorir uma flor branca de azul, roxo, rosa, laranja, ou qualquer outra cor.
A segunda maneira é colocar uma flor, com o caule dividido, em vários vasos com água tingidas de cores diferentes. Como requer uso de um estilete, essa segunda técnica demanda a presença de um adulto. O resultado final é uma flor arco íris.
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Ingredientes:
Flores brancas
Água
Vasos (podem ser copos de vidro ou descartáveis, vidros vazios de geleia, etc)
Anilina ou corante alimentício – quanto maior for a quantidade de cor usada na água, mais forte ficará a cor nas pétalas da flor
Estilete
Modo de fazer:
Opção 1:
Encher o vaso de água, misturar com o corante, e colocar a flor branca dentro, como mostrado na figura ao lado. Espere 24 horas e pronto!
Opção 2:
Encha alguns vasos de água com diferentes cores – quanto mais diferentes, mais forte será o efeito arco-íris, mas você pode escolher diferentes paletas de cores.
Divida o caule em partes. Em cada vaso deve ter uma parte do caule, então não recomendamos muitos vasos porque, quanto mais tiverem, mais difícil será a divisão do caule. Faça, de baixo para cima da haste, com uma faca ou estilete, um corte longitudinal de até 15 centímetros de comprimento.
Durante as 24 horas – o tempo necessário para a flor absorver as cores – é importante deixar a flor equilibrada entre os vasos. Se isso estiver difícil, use palitos de churrasco para ajudá-la a ficar em pé.
É um pouco trabalhoso, mas o resultado é bastante recompensador. 
Captura de Tela 2016-04-04 às 09.24.51
fotos: hyperscience.com
3. Plante um feijão
Esse experimento já é um clássico. Muitas vezes, inclusive, é uma atividade proposta pela própria escola – colocar um feijão sobre um algodão úmido dentro de um copo plástico e vê-lo crescer. Propomos aqui que essa experiência seja feita com um pote de geleia – ou qualquer outro pote de vidro reutilizado – de forma que seja possível ver a germinação por completo. Esse experimento toma um tempo maior e mais paciência, mas é um jeito muito bonito e oportuno de observar o crescimento de uma planta. Observar a germinação da vida é um aprendizado importante, e essa atividade pode gerar interesse e curiosidade sobre plantas e  formas de vida diferentes dos seres humanos!
Captura de Tela 2016-04-04 às 09.28.13
foto: My first nature book
Ingredientes:
Pote de vidro
Um feijão
Algodão
Modo de fazer:
Umedeça o algodão com a água.
Encha o vidro de algodão úmido.
Encaixe o feijão no algodão na lateral do vidro, como na foto ao lado.
Não deixe o algodão ficar seco – uma vez por dia (ou quando necessário) coloque água aos pouquinhos, para manter o algodão úmido o tempo todo.
Em cerca de 3 dias, a raiz vai começar a aparecer no feijão.
Quando o feijão crescer mais de 20 centímetros, tire ele do vidro e plante ele em um pote de terra.
4. Faça um museu da natureza
Catalogar elementos da natureza é uma tarefa bastante científica. Afinal, ciência é conhecimento, e organizar os elementos que você conhece é um jeito bastante eficiente de organizar seu próprio conhecimento em relação a eles.
Os primeiros museus, os chamados “Gabinetes de curiosidade”, funcionavam mais ou menos assim: algumas pessoas com espírito científico colecionavam pedras, conchas, fósseis e plantas, organizavam esses elementos em suas casas e agendavam visitas para que outras pessoas pudessem conhecer essas maravilhas da natureza. Experimente fazer com a criança um museu de história natural e ofereça visitas guiadas aos membros da sua família!
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foto: Mom’s crafty space
Ingredientes:
Cartolina
Tesoura + cola ou fita adesiva
Algodão
Elementos da natureza (pedras, conchas, sementes, galhos…)
Modo de fazer:
Pegue uma caixa de sapato ou monte uma caixa de papelão ou cartolina e faça divisórias quadradas de cartolina, dividindo igualmente o espaço da caixa. Dentro de cada quadradinho coloque algodão e uma etiqueta. Depois, organize o que for encontrando dentro de cada quadrado e identifique cada elemento na etiqueta.
5. Faça um vulcão em erupção
Vulcões são um fenômeno geológico fascinante. A erupção, cheia de lava e fumaça, atiça a imaginação e a curiosidade de muitas crianças e de adultos também. É possível realizar um experimento que simula um vulcão explodindo com vinagre e bicarbonato de sódio – bagunça garantida, e uma ótima oportunidade para conversar sobre química e sobre como a interação de alguns elementos pode transformá-los por completo, resultando em explosões!
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foto: Marilyn Nieves, Getty Images
Ingredientes:
Massinha de modelar ou papel machê
Garrafa PET
Água morna
2 colheres de sopa de bicarbonato de sódio
6 gotas de detergente
Corante vermelho (opcional)
Modo de fazer:
Corte o bico da garrafa PET. Usando-a como base, encha até a metade de água morna, e misture o detergente, o bicarbonato e o corante. Em volta da garrafa, faça um modelo cônico do vulcão. Recomendamos fazer isso com massinha ou papel machê. Quando tudo estiver pronto, basta despejar um pouco de vinagre dentro da boca do vulcão para que a “lava” comece a jorrar!
Dica: para minimizar a bagunça, coloque o vulcão dentro de um recipiente como uma caixa de papelão ou um Tupperware. 
Experimento extra: Veja aqui também como fazer um terrário, um jardim com um rico ecossistema que existe todo dentro de um vidro!
Outros posts que podem interessar:

Fonte: http://www.todacriancapodeaprender.org.br/5-atividades-cientificas-para-fazer-com-as-criancas/

Avaliação de Ciências Sociais- Indios, pontos cardeais,plantas, mapas




quinta-feira, 7 de abril de 2016

A lenda do milho - Interpretação textual

A LENDA DO MILHO
TABAJARA ERA UM  VELHO ÍNDIO MUITO BONDOSO E QUERIDO PELO SEU POVO.
A TRIBO ESTAVA PASSANDO POR MUITA DIFICULDADE. NÃO HAVIA CAÇA E A PESCA ESTAVA DIFÍCIL.
O VELHO ÍNDIO, SENTINDO QUE IA MORRER, REUNIU OS HOMENS DE SUA TRIBO E DISSE:
— ENTERREM MEU CORPO NUMA COVA BEM RASA. CUBRAM-ME COM PALHA SECA E POUCA TERRA. ESPEREM VIR O SOL E A CHUVA. ALI NASCERÁ ALIMENTO PARA TODA TRIBO.
APÓS A MORTE DE TABAJARA, SEU POVO FEZ O QUE ELE HAVIA MANDADO.
SOBRE A COVA DO VELHO GUERREIRO, APARECEU UMA PLANTA. SUAS FOLHAS COMPRIDAS LEMBRAVAM A LANÇA DE TABAJARA.
SUA FLOR VISTOSA PARECIA O COCAR DO CHEFE ÍNDIO E A TRIBO DESCOBRIU QUE SUA ESPIGA ERA UM DELICIOSO ALIMENTO.
FOI ASSIM QUE SURGIU O MILHO.
(ADAPTAÇÃO DO FOLCLORE  BRASILEIRO)                         
INTERPRETAÇÃO DO TEXTO
1-TABAJARA ERA UM:
A(   )VELHO ÍNDIO
B(   )VELHO NEGRO
C(   )VELHO DOENTE
2-A TRIBO ESTAVA PASSANDO POR DIFICULDADES, POIS ESTAVA SEM:
A(   )PESSOAS PARA PLANTAR
B(   )CAÇA E PESCA
C(   ) SEM MILHO E MANDIOCA
3-O VELHO ÍNDIO, AO VER QUE IA MORRER PEDIU PARA QUE:
A-(   )JOGASSE SEU CORPO NO RIO
B-(   )ENTERRASSE SEU CORPO NO MEIO DA FLORESTA
C-(   )ENTERRASSE SEU CORPO NUMA COVA BEM RASA E COBRISSEM COM PALHA E POUCA TERRA
4- NASCEU NA COVA DO VELHO ÍNDIO                         : 
A(   )MANDIOCA
B(   )MILHO
C(   )GUARANÁ

domingo, 3 de abril de 2016

Fumo passivo _ Comparação de textos

Interpretação - Fumo Passivo


Texto I
O chamado "fumante passivo" é aquele indivíduo que não fuma, mas acaba respirando a fumaça dos cigarros fumados ao seu redor. Até hoje, discutem-se muito os efeitos do fumo passivo, mas uma coisa é certa: quem não fuma não é obrigado a respirar a fumaça dos outros. O fumo passivo é um problema de saúde pública em todos os países do mundo. Na Europa, estima-se que 79% das pessoas estão expostas à fumaça "de segunda mão", enquanto, nos Estados Unidos, 88% dos não fumantes acabam fumando passivamente. A Sociedade do Câncer da Nova Zelândia informa que o fumo passivo é a terceira entre as principais causas de morte no país, depois do fumo ativo e do uso de álcool.
Disponível em: www.terra.com.br. Acesso em: 27 abr. 2010 (fragmento).


Texto II

1) O Texto I é uma:
a) narração                b) dissertação                       c) charge        d) notícia

2) Qual é o assunto do Texto I?

3) Explique o que é um “fumante passivo”.

4) Que consequência o fumo passivo pode ter?

5) Leia: “Quem não fuma não é obrigado a respirar a fumaça dos outros.” Você concorda com essa afirmação? Justifique.

6) O fumo passivo ocupa a 3ª posição entre as principais causas de morte. O que mata mais que o fumo passivo?

7) O Texto II não possui palavras como o Texto I, mas também faz uma crítica ao fumo passivo. Explique a relação da imagem com o texto.

8) Os Textos I e II são:
a) divergentes                       b) similares               c) complementares   d) contraditórios

9) Ao abordar a questão do tabagismo, os textos I e II procuram demonstrar que

a) a quantidade de cigarros consumidos por pessoa, diariamente, excede o máximo de nicotina recomendado para os indivíduos, inclusive para os não fumantes.

b) para garantir o prazer que o indivíduo tem ao fumar, será necessário aumentar as estatísticas de fumo passivo.

c) a conscientização dos fumantes passivos é uma maneira de manter a privacidade de cada indivíduo e garantir a saúde de todos.

d) os não fumantes precisam ser respeitados e poupados, pois estes também estão sujeitos as doenças causadas pelo tabagismo.

e) o fumante passivo não é obrigado a inalar as mesmas toxinas que um fumante, portanto depende dele evitar ou não a contaminação proveniente da exposição ao fumo.



Respostas:
Respostas:
1) d) notícia

2) O fumo passivo.

3) É aquele que não fuma, mas respira a fumaça de outros fumantes.

4) A morte.

5) Resposta Pessoal (espera-se que a pessoa concorde com essa afirmação, por uma questão de bom senso)

6) O fumo ativo e o álcool.

7) Na imagem, a fumaça do fumante ativo está enforcando e matando o fumante passivo, a relação com o texto é que os dois mostram que o fumante passivo pode morrer por inalar a fumaça do fumante ativo.

8) c) complementares


9) e) o fumante passivo não é obrigado a inalar as mesmas toxinas que um fumante, portanto depende dele evitar ou não a contaminação proveniente da exposição ao fumo.

Na palma da sua mão - Luis Fernando Veríssimo



1) Esse texto é uma:
a) notícia                              c) carta
b) narração                          d) publicidade

2) Com que objetivo o homem foi consultar uma cartomante?

3) Leia: “Queria saber seu futuro para poder evitá-lo, pois tinha um plano para ludibriar a Morte”
a) O pronome em destaque se refere a que palavra no texto, evitando sua repetição?

b) A conjunção “pois” pode ser substituída, sem alteração de sentido, pela conjunção:
(  ) por isso               (  ) mas          (  ) portanto              (  ) porque

4) De acordo com a cartomante, por que o homem não poderia enganar a morte?

5) Qual foi a previsão da cartomante com relação à morte do homem?

6) A previsão da cartomante se cumpriu? Por quê?

7) De que forma o homem morreu?


8) Releia o final do texto: “E o homem morreu em minutos. A Morte tem mil disfarces”. No texto em questão, qual foi o disfarce usado pela morte?


Respostas:

1) b) narração

2) Para saber quando e como morreria, a fim de evitar sua morte.

3) a) futuro
b) porque
c) Porque o que está previsto não pode ser mudado.

4) Porque a morte tem mil disfarces.

5) Que ele morreria em minutos.

6) Sim, porque ele morreu pouco depois.

7) A cartomante passou sua unha envenenada sobre a linha da mão dele e ele morreu envenenado.

8) A morte estava disfarçada de cartomante.

Orações Subordinadas - Atividades

O astrônomo
(Esopo)
Um astrônomo gostava de fazer passeios noturnos para olhar as estrelas. Certa vez ia tão distraído que caiu num poço. Enquanto tentava sair, seus gritos de socorro atraíram a atenção de um homem que passava. Ao ser informado do que havia acontecido, o homem riu e disse:
— Meu bom amigo, tanto o senhor se esforçou para olhar o céu que não se lembrou de olhar o que tem debaixo dos pés!

Moral: É fácil deixar de ver o óbvio.

1) Qual dos ditados populares a seguir transmite o ensinamento do texto?
(  ) Mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
(  ) Quem olha muito para longe, não vê o que está perto.
(  ) A sorte de uns é o azar de outros.
(  ) A ocasião faz o ladrão.

2) No período “Um astrônomo gostava de fazer passeios noturnos...”, a oração em destaque completa do sentido do verbo “gostava”, ligando-se a ele por meio de uma preposição (de). Logo, essa oração é subordinada substantiva:

(  ) subjetiva                (  ) objetiva direta                   (  ) completiva nominal
(  ) predicativa             (  ) objetiva indireta                (  ) apositiva

3) No período “Um astrônomo gostava de fazer passeios noturnos para olhar as estrelas”, a oração em destaque serve para indicar o objetivo do fato da oração principal. Sendo assim, essa oração é subordinada adverbial:

(  ) Causal    (  ) Proporcional   (  ) Temporal      (   ) Final

4) Em “Ia tão distraído que caiu num poço” e “tanto o senhor se esforçou para olhar o céu que não se lembrou de olhar o que tem debaixo dos pés.”, as orações em destaque servem para indicar a consequência dos fatos da oração principal. Logo, classificam-se como subordinadas adverbiais:
(  ) Temporais    (  ) Concessivas     (  ) Consecutivas    (  ) Condicionais

5) A oração “Enquanto tentava sair, seus gritos de socorro atraíram a atenção de um homem...”, a oração em destaque serve para informar o momento em que aconteceu o fato da oração principal. Portanto, classifica-se como subordinada adverbial:
(  ) Comparativa    (  ) Temporal      (  ) Final         (  ) Conformativa

6) Em “... seus gritos de socorro atraíram a atenção de um homem que passava”, a oração em destaque tem função de adjetivo, caracterizando a palavra “homem”, esclarecendo que se refere especificamente ao homem que passava. Dessa forma, a oração em destaque é subordinada adjetiva:
( ) restritiva                            ( ) explicativa



Respostas:
1)  Quem olha muito para longe, não vê o que está perto.
2) objetiva indireta
3) final
4) consecutivas
5) temporal
6) restritiva

O galo que logrou a raposa - Interpretação textual

O galo que logrou a raposa



O galo que logrou a raposa
(Monteiro Lobato)

         Um velho galo matreiro, percebendo a aproximação da raposa, empoleirou-se numa árvore. A raposa, desapontada, murmurou consigo: “... Deixe estar, seu malandro, que já te curo!...” E em voz alta:
         - Amigo, venho contar uma grande novidade: acabou-se a guerra entre os animais. Lobo e cordeiro, gavião e pinto, onça e veado, raposa e galinhas, todos os bichos andam agora aos beijos, como namorados. Desça desse poleiro e venha receber o meu abraço de paz e amor.
         - Muito bem! – exclamou o galo. Não imagina como tal notícia me alegra!  Que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras, crueldades e traições! Vou já descer para abraçar a amiga raposa, mas...como lá vem vindo três cachorros, acho bom esperá-los, para que também eles tomem parte na confraternização.
         Ao ouvir falar em cachorros Dona Raposa não quis saber de histórias, e tratou de pôr-se ao fresco, dizendo:
         - Infelizmente, amigo Co-ri-có-có, tenho pressa e não posso esperar pelos amigos cães. Fica para outra vez a festa, sim? Até logo.
         E raspou-se.

Moral: Contra esperteza, - esperteza e meia.

1) Em “Um velho galo matreiro”, a palavra em destaque significa:
a) sonso                                            c) inocente
b) esperto                                        d) arisco

2) Por que o galo empoleirou-se na árvore?

3) Que ideia a raposa teve para convencer o galo a descer da árvore?

4) Como o galo fez para escapar da armadilha da raposa?

5) Em “Como lá vem vindo três cachorros, acho bom esperá-los”, o pronome em destaque refere-se a que palavra no texto?

6) A última expressão do texto “E raspou-se” significa:
a) saiu de fininho                            c) saiu correndo
b) saiu bem devagar                       d) passou raspando nas árvores

7) Por que a moral do texto é “Contra esperteza, esperteza e meia” ?