terça-feira, 27 de agosto de 2013

Textos para reflexão

 Voe cada vez mais alto

Um jovem piloto experimentava um monomotor muito frágil, uma daquelas sucatas usadas na segunda guerra mundial, mas que ainda tinha condições de voar.
Ao levantar vôo, ouviu um ruído vindo debaixo de seu assento. Era um rato que roia uma das mangueiras que dava sustentação para o avião permanecer nas alturas.
Preocupado, pensou em retornar ao aeroporto para se livrar do seu incômodo e perigoso passageiro, mas lembrou-se de que devido à altura o rato logo morreria sufocado.
Então voou cada vez mais alto e notou que os ruídos que estavam colocando em risco sua viagem tinham acabado, conseguindo assim fazer sua arrojada aventura ao redor do mundo, que era seu grande sonho…

Se alguém ameaçá-lo, voe cada vez mais alto
Se alguém criticá-lo, voe cada vez mais alto
Se alguém tentar destruí-lo por inveja e fofocas, voe cada vez mais alto… e por fim,
Se alguém cometer alguma injustiça com você, voe cada vez mais alto… Sabe por quê?
Ameaçadores, críticos, invejosos e injustos são iguais aos “ratos” – não resistem às grandes alturas.


Duas pulgas diretoras estavam conversando e então uma comentou com a outra:
- Sabe qual é o nosso problema?
Nós não voamos, só sabemos saltar.
Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero.
É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.
Elas então decidiram contratar uma mosca para treinar todas as pulgas a voar e entraram num programa de treinamento de voo e saíram voando.
Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:
- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele.
Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam voo rapidamente.
Elas então contrataram uma abelha para lhes ensinar a técnica do chega-suga-voa.
Funcionou, mas não resolveu.
A primeira pulga explicou por quê:
- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando.
Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito.
Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.
E então um pernilongo lhes prestou treinamento para incrementar o tamanho do abdômen.
Resolvido, mas por poucos minutos.
Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar.
Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:
- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plásticas?
- Não, entramos num longo programa de treinamento. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.
- E por que é que estão com cara de famintas?
- Isso é temporário. Já estamos fazendo treinamento com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar de modo a perceber, com antecedência, a vinda da pata do cachorro. E você?
- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.
Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha:
- Mas você não está preocupada com o futuro?
Não pensou em um programa de treinamento, em uma reengenharia?
- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.
- Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas, quiseram saber as pulgonas.
- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução.
E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me disse:
“Não mude nada. Apenas sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança.”

Moral da história:
Você não deve focar no problema e sim na solução.
Para ser mais eficiente é necessário estudar, analisar e não falar.
Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento, execução e praticidade.
Não queira complicar, seja prático e objetivo.

A arte de julgar os outros


  Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. E os pais desta família compraram um filhote de pastor alemão. Então começa uma conversa entre os dois vizinhos: 
- Ele vai comer o meu coelho! 
- De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos "pegar" amizade! 
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais. Eis que o dono do coelho foi viajar no fim de semana com a família, e o coelho ficou sozinho. 
No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche tranqüilamente, quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra e morto. Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma tremenda surra! Dizia o homem: 
- O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso! 
Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora? Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos. 
- Já pensaram como vão ficar as crianças? 
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível: 
- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha. E assim fizeram. 
Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. 
Logo depois eles ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças. 
- Descobriram! 
Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma. 
- O que foi? Que cara é essa? 
- O coelho, o coelho... 
- O que tem o coelho? 
- Morreu! 
- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem. 
- Morreu na sexta-feira! 
- Na sexta? 
- Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora reapareceu! 

A história termina aqui. O que aconteceu depois fica para a imaginação de cada um de nós. Mas o grande personagem desta história, sem dúvida alguma, é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre seu amigo coelho morto e enterrado. O que faz ele? Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando o fizessem ressuscitá-lo. E o ser humano continua julgando os outros. 
Outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu. Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade? Histórias como essa, são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos. Às vezes fazemos o mesmo.





DEUS NUNCA ERRA !


Um rei que não acreditava na bondade de DEUS, tinha um servo que em todas as situações lhe dizia: 
- Meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é perfeito, Ele não erra! 
Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei. O seu servo conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão. 
Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse: 
- Deus é bom? Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo. 
O servo apenas respondeu: 
- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom e ele sabe o porquê de todas as coisas. O que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra! 
Indignado com a resposta, o rei mandou prender o seu servo.
Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos. 
Já no altar, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no: ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses. 
Ao voltar para o palácio, mandou soltar o seu servo e recebeu-o muito afetuosamente. 
- Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Escapei de ser sacrificado pelos selvagens, justamente por não ter um dedo! Mas, tenho uma dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso? 
- Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum.


Muitas vezes nos queixamos da vida e das coisas aparentemente ruins que nos acontecem, esquecendo-nos que nada é por acaso e que tudo tem um propósito. Toda a manhã ofereça seu dia a Deus. Peça para Deus inspirar os seus pensamentos, guiar os seus atos, apaziguar os seus sentimentos. E nada tema, pois 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Trava lingua com a letra B

Sequencia numérica d edez em dez


Trava lingua - O tatu

Trava lingua com a letra J


O Leão e o ratinho - Letra cursiva

O leão e o ratinho
Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado debaixo da sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear por cima dele e ele acordou.
     Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu debaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.
Algum tempo depois o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguindo se soltar, fazia a floresta tremer com seus urros de raiva.
Nisso, apareceu o ratinho, e, com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.
Moral: uma boa ação ganha a outra.
FÁBULA DE ESOPO. SÃO PAULO:
COMPANHIA DAS LETRINHAS, 1994, P. 3

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Cruzadinha Legal


Roteiro de mostra de conteúdos

1ª mostra de conteúdos – 2/3º Anos- Agosto/2013


NARRADOR 1: Bom dia, SEJAM BEM VINDOS !! Hoje estamos aqui reunidos para apresentar um pouco dos conteúdos trabalhados no primeiro semestre de 2013

NARRADOR 2: É claro que não seria possível, em tão pouco tempo mostrar tudo o que aprendemos, sendo assim procuraremos transmitir um pouquinho das nossas  aprendizagens.

NARRADOR 1: Vamos começar com a disciplina de matemática:

NARRADOR 2:      Nessa disciplina aprendemos: situações problemas, as operações, tabuada, jogos matemáticos,  Sistema de numeração decimal, geometria e várias outras coisas.

NARRADOR 1: Para representar os conteúdos de matemática , vamos apresentar um problema de lógica ,

NARRADOR 2: Esse é um problema que tem por objetivos estimular o raciocínio, mas quem irá resolvê-lo , não somos nós e sim vocês senhores pais . Quem quer participar? Basta ir seguindo as pistas e ir encaixando-as no quadro.
Então vamos lá, preste atenção ...  Os demais pais também podem ajudar, tudo bem?


Thalita - ANA, RODOLFO, PATRICIA E JULIANO SÃO IRMÃOS E TÊM 4, 8, 11 E 13 ANOS. CADA IRMÃO CRIA UM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO: CACHORRO, PEIXE, PAPAGAIO E TARTARUGA. OBSERVE OS NOMES QUE ELES ESCOLHERAM PARA OS ANIMAIS: PITUCA, FELIZ, BIRUTA E FOFO.
Cauan - DESCUBRA A IDADE, O NOME E O ANIMAL DE ESTIMAÇÃO DE CADA CRIANÇA E COMPLETE A TABELA DE ACORDO COM AS PISTAS.

1- PATRÍCIA É A IRMÃ MAIS VELHA. ELA É A DONA DO CACHORRO.
2- RODOLFO É O MAIS NOVO DOS IRMÃOS E TEM UM PEIXE QUE NÃO SE CHAMA FOFO
3- JULIANO É MAIS VELHO QUE RODOLFO E MAIS NOVO QUE PATRÍCIA.
4- JULIANO É O DONO DO BIRUTA. BIRUTA NÃO É A TARTARUGA
5- ANA É 4 ANOS MAIS VELHA QUE RODOLFO. SEU ANIMAL DE ESTIMAÇÃO CHAMA-SE FELIZ. 
  fonte do problema:  Fonte original: REAME, Eliane. Coleção Matemática Criativa, 4a série, Editora Saraiva: São Paulo, 1a edição 1998, p. 75.
 
Narrador 1 e 2: ___________________ Muito obrigada, por colaborar
Vamos continuar...

Narrador 2: Também aprendemos a calcular e representar os números utilizando o material dourado, ele é composto pelas seguintes peças:
            O Cubinho que representa as unidades, cada um deles vale 1




A barrinha que representa uma dezena ou 10 unidades
A placa que vale 100 unidades, ou dez dezenas

 Nós aprendemos também a utilizar o ábaco para representar os números e entender o valor de cada um, de acordo com a posição que ocupam e aprendemos também a fazer contas com eles, como vocês verão a seguir:

NARRADOR 1         Agora os alunos:  Cauan_e  Thalitha, kaike e Ana Julia  iremos demonstrar como resolvem  as  adições : 297 + 173, mostrando que cada um deles tem a sua própria maneira de resolver as operações.

Ana Julia: No início do ano eu só sabia resolver pelo material dourado que é assim:

Cauan: Eu sei resolver pela decomposição, pelas flechas

Thalita : Eu sei resolver pela decomposição na base 10, que é assim:
Ana Julia:

Kaike: Nós também aprendemos a fazer a adição , utilizando o ábaco, que é assim:

Narrador 2: Ainda em matemática, nos conteúdos de geometria aprendemos sobre o Tangram,  que é um quebra cabeça chinês , composto por  7 peças: (1quadrado, 1paralelogramo, 2 triângulos grandes, 2 triângulos pequenos  e 1 triângulo médio) e com eles conseguimos formar inúmeras figuras, veja algumas delas:

Narrador  1: Ufaaaaaaaaa... quanta coisa... só em matemática, e ainda tem muito mais, só que o tempo é curto, sendo assim , não será possível mostrar tudo o que já aprendemos e ainda estamos aprendendo...
Ciências naturais
Narrador 2: Então vamos prosseguir com os conteúdos de  Ciências naturais
 Durante todo o primeiro semestre aprendemos em ciências sobre a água, suas características e importância.
Maria Vitória:  Eu aprendi que a água potável, própria para beber é insípida, isto é, não tem gosto, nem sabor.
Paula : Eu sei que a água é inodora, isso quer dizer que não tem cheiro.
Brenda: A água que nós bebemos é incolor, pois quando ela é pura, limpa, ela não tem cor
Emanoele:  Mas , não se enganem, nem toda água que parece ser limpa é própria para beber, só podemos beber água filtrada ou fervida, porque ela pode estar contaminada e causar várias doenças.
Joyce: Nós precisamos beber aproximadamente, 2 litros de água por dia, para repor a água que perdemos diariamente.
Kaike: Isso mesmo, nós perdemos água através da transpiração,  xixi, cocô, lágrimas, suor, saliva.
Thalita: O nosso corpo é composto de 71% de água,
Cauan: ela está presente no sangue, músculos, dentes, cérebro, pulmão, , coração, ossos enfim, por toda parte do nosso corpo
Narrador 2- Ana Julia:  Todos nós sabemos que sem água , não há vida ... e que precisamos cuidar para ela não faltar.  Sendo assim, nós iremos dar algumas dicas de como economizar a água e ajudar a preservar a vida no Planeta.
Dicas:
1-    Maria Vitória: o banho deve durar no máximo 5 minutos, nada de ficar cantando embaixo do chuveiro.
2-    Paula: Desligue o chuveiro ao se ensaboar, só ligue novamente, quando for se enxaguar
3-    Brenda: Ao ensaboar a louça, feche a torneira
4-    Emanoele: Feche a torneira ao escovar os dentes
5-    Joyce: ao esfregar as roupas, não deixe a torneira aberta
6-    Kaike: Verifique se as torneiras e descargas dos banheiros, se não estão pingando ou com vazamento.
7-    Thalita: use o regador para molhar as plantas e flores,
8-    Cauan: Reaproveite a água da máquina ou tanquinho para lavar o quintal
9-    Ana Julia: Nada de usar mangueira para lavar o carro, utilize um balde de água com um paninho
Todos:  Água ...sabendo usar, ela nunca vai faltar!!!
PORTUGUÊS

     Narrador 1- Nessa disciplina trabalhamos diversos gêneros textuais: Textos informativos, você sabia, cartas, anúncios, classificados, bilhetes, músicas, piadas , quadrinhas, , parlendas, contos, músicas, etc...
     Narrador 2: Agora vamos apresentar alguns desses textos pra vocês.

Ø  Texto informativo_ Você sabia sobre a  Anta ( todos)
Ø  Parlenda  Cadê – 
Ø  Quadrinhas : Ana Julia  e Paula
Ø  Conto : Os três cabritinhos
Ø  Música  Pombinha Branca: e balãozinho-
Ø  Poesia- O galo aluado ( todos)
Ø  Poesia: Sem Barra – 
Ø  Poesia Relâmpago -  
Ø  Poesia : A porta_ 
Ø  Fábula o leão e o ratinho

Narrador 1: Nossa , quanta coisa já aprendemos em português ....
Vamos apresentar agora Ciências Sociais
CIENCIAS SOCIAIS

Narrador 2: Aprendemos sobre nossa identidade, os diferentes tipos de famílias, que cada um tem seu jeito : seja pela cor, raça, religião, modo de se vestir e pelo próprio jeito de ser... mas que devemos respeitar uns aos outros e sermos respeitados, apesar das diferenças....
POESIA – JEITOS DIFERENTES
Narrador 1: E aprendemos principalmente que as crianças tem direitos!!! Vamos FINALIZAR ouvindo  a poesia

Direitos das crianças

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

A bola- cronica

A bola

O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.

O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.

Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

- Como é que liga? - perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
-Não tem manual de instrução?

O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.

- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Claro que é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
- Você pensou que fosse o quê?
- Nada, não.

O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

- Filho, olha.

O garoto disse "Legal" mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada .Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
Luiz Fernando Verissimo

1.     Quem escreveu?
Parte superior do formulário

A rã e o touro

A rã e o touro

Um grande touro passeava pela margem de um riacho.
A rã ficou com muita inveja do   seu tamanho e da sua força.
Então começou a inchar, fazendo enorme esforço, para tentar ficar tão grande quanto o touro.
Perguntou as suas companheiras de riacho se estava do tamanho do touro. Elas responderam que não.
A rã tornou a inchar e inchar. Ainda assim não alcançou o tamanho do touro.
Pela terceira vez tentou inchar; e fez isso com tanta força que acabou explodindo, por culpa de tanta inveja.
Ruth Rocha – A rã e o touro___ Fábulas de Esopo


Para tentar ser igual ao boi, a rã:

a)  Fez cara de brava
b)  Ficou bem forte
c)  Pulou bem alto
d)  inchou muito
Parte inferior do formulário

Simulado Saresp online

http://www.professoracarol.com/HOTPOTATOES/Saresp2011-5anoMAT.htm

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Dinâmica - volta as aulas

Brincadeira das bexigas


(Para animar os alunos e também para transmitir a eles a importância do trabalho em grupo)
Leve um rádio ou qualquer outro aparelho no qual possa tocar música, escolha uma que eles gostem. Leve também um saco de bexigas de forma que possa entregar uma a cada aluno, e peça a eles que cada um encha a sua.
Quando todos já tiverem enchido explique que terão que ficar jogando as bexigas para cima como se fosse uma peteca (mas de forma suave) de forma a que não caiam no chão e que irá fazendo sinal aos alunos que deverão ir saindo da brincadeira. Os alunos que ficarem não podem deixar as bexigas caírem, os alunos vão saindo mas as bexigas que eles estavam jogando continuam no jogo.
No início será fácil mas à medida que você for acenando aos alunos para saírem os outros vão tendo cada vez mais trabalho para equilibrar as bexigas, cada vez em número maior que o de alunos. Termine a brincadeira quando tiver apenas um aluno sozinho tentando manter todas as bexigas no ar.
Pergunte a eles o que acharam da brincadeira, se foi fácil ou difícil. Eles certamente lhe dirão que no início foi fácil, mas à medida que os alunos foram saindo foi ficando cada vez mais difícil. É hora então de você conduzir para a idéia que você quer (se algum aluno já não tiver feito isso) de que o trabalho em grupo também é assim, quanto mais elementos do grupo ficarem de fora na hora da execução, mais trabalho e menos chance de sucesso terão os elementos que estiverem executando o mesmo.
Brincadeira das bexigas


(Para animar os alunos e também para transmitir a eles a importância do trabalho em grupo)
Leve um rádio ou qualquer outro aparelho no qual possa tocar música, escolha uma que eles gostem. Leve também um saco de bexigas de forma que possa entregar uma a cada aluno, e peça a eles que cada um encha a sua.
Quando todos já tiverem enchido explique que terão que ficar jogando as bexigas para cima como se fosse uma peteca (mas de forma suave) de forma a que não caiam no chão e que irá fazendo sinal aos alunos que deverão ir saindo da brincadeira. Os alunos que ficarem não podem deixar as bexigas caírem, os alunos vão saindo mas as bexigas que eles estavam jogando continuam no jogo.
No início será fácil mas à medida que você for acenando aos alunos para saírem os outros vão tendo cada vez mais trabalho para equilibrar as bexigas, cada vez em número maior que o de alunos. Termine a brincadeira quando tiver apenas um aluno sozinho tentando manter todas as bexigas no ar.
Pergunte a eles o que acharam da brincadeira, se foi fácil ou difícil. Eles certamente lhe dirão que no início foi fácil, mas à medida que os alunos foram saindo foi ficando cada vez mais difícil. É hora então de você conduzir para a idéia que você quer (se algum aluno já não tiver feito isso) de que o trabalho em grupo também é assim, quanto mais elementos do grupo ficarem de fora na hora da execução, mais trabalho e menos chance de sucesso terão os elementos que estiverem executando o mesmo.
Fonte:  http://coelhodacartola.blogspot.com

interpretação de gráficos


atividades com medidas


Atividades com horas

pintando números pares