terça-feira, 24 de setembro de 2013

Água- Sequencia didática Cadê a água?

Sequência didática: Cadê a água?

1. Elaboração: Professora: Joseana Fontoura e Educadora: Sandra Mathias

2. Título: Cadê a água?

3. Área de Formação Humana: Relações Naturais

4. Turma: Pré

5. Ano: 2010

6. Tempo estimado: 2 meses

7. Materiais necessários: água, copo, canetas, canetinhas, papel bobina, lápis de escrever, de cor, cola, revistas, mapa, CDs, computador, giz, máquina fotográfica, embalagens de diferentes materiais, tamanhos e formas, baldes, brinquedos de areia, chaleira, prato, geladeira, gelatina, jarras, colheres, escova de dente e outros.

8. Objetivos:

• Explorar conhecimentos de diferentes áreas, aproximando-se gradativamente do conhecimento científico.

• Observar e investigar fenômenos da natureza.

• Buscar soluções individuais e comunitárias em relação ao consumo da água.

9. Metodologia - Etapas

Todos precisam zelar pelo planeta em que vivemos tendo plena consciência de que zelar por ele significa zelar por nós mesmos. A água é essencial para todos os seres vivos e para o equilíbrio do clima da terra, pois, além de permitir o surgimento da vida em nosso planeta, há 4,5 bilhões de anos, abriga diferentes organismos, desde os maiores mamíferos até os seres microscópicos.
No ser humano a água constitui mais da metade do seu peso. Sem água nós não existiríamos, bem como os animais e as plantas. Por tudo isso, costumamos dizer que “A água é fonte de vida!”.
A questão da água vem sido discutida em todos os níveis da sociedade tanto nacional, como internacional. A escola como disseminadora do conhecimento, não pode ficar fora dessas discussões, tendo um papel importante de disparadora de situações e reflexões, que propiciem a busca do conhecimento e uma possível conscientização social para as questões abordadas.
A ideia nessa sequência é a de propor alguns experimentos tendo a água como recurso instigante para levar nossas crianças, a fazer perguntas e elaborar hipóteses, com situações-problemas relacionadas ao cotidiano levando-os a prática da observação, da reflexão e do aprendizado, tendo em vista a preocupação em iniciar os conceitos científicos com as turmas da Educação Infantil.
De acordo com as Diretrizes Curriculares para a Educação Municipal de Curitiba, “Ao pesquisar elementos da sociedade e ou fenômenos naturais, a criança desenvolve o espírito científico e desperta para a necessidade de preservação do meio ambiente. Nesse processo, o desafio que se propõe é o de transformar as curiosidades infantis e os questionamentos que trazem em conhecimentos a serem explorados e aprendidos, ampliando conhecimentos sobre o meio social e natural, nas diversas formas de explicar e representar o mundo.”

1ª ETAPA – VOCÊ GOSTA DE ÁGUA?

  •  Questionamento sobre o conhecimento prévio dos alunos;
A professora bebe um copo de água na frente dos alunos e em seguida faz as seguintes perguntas:

1) Quem aqui bebe água?

2) Quem gosta de beber água?

3) Quem prefere tomar suco ou refrigerante, ao invés de água?

4) De onde costumam tomar água quando estão em casa: filtro, torneira, da geladeira?

5) Que cor tem a água?

A maioria das respostas será anotada com as informações. A professora e a turma farão um texto coletivo com as primeiras informações para a sequência.



2ª ETAPA – ONDE ENCONTRAMOS ÁGUA NO PLANETA?

  •  Levar um mapa para a sala e questionar as crianças sobre a cor predominante do nosso Planeta e porque no mapa a cor predominante está representada por azul. Anotar as considerações feitas;
  • Ouvir a música Planeta Água do Guilherme Arantes.
  •  Listar os lugares, que aparecem na música, que encontramos água;
  •  Mostrar às crianças, imagens no power point de paisagens com água, utilizando o computador como recurso de imagens;
  •  Retomar a lista que havia sido feita e ver se precisa acrescentar mais algum lugar. O professor alertará a turma para o fato de que grande parte desta água é de procedência marítima, portanto não serve para ser consumida;
  •  Dividir a turma em grupos e pedir que produzam um painel de paisagens com água. A técnica utilizada será recorte e colagem;
  •  Exposição do painel no mural do CMEI.















3ª ETAPA – COMO A ÁGUA CHEGA AS NOSSAS CASAS?

  •  Pedir que desenhem como acham que a água chega em nossas casas. Cada um explicará suas ideias, com o apoio do desenho;
  •  Assistir ao vídeo do You Tube: A turma da Clarinha e o Ciclo da água. A Turma da Clarinha
  •  Constatar as hipóteses das crianças relacionando com os novos conhecimentos, por meio de um texto coletivo, utilizando o computador como recurso para textos.
  • Cada aluno desenhará o percurso que a água faz dos rios até nossas casas;
  • Ouvir a música da Turma da Água, de Milton Karam, utilizando o computador como recurso de áudio;



















4ª ETAPA – O CICLO DA ÁGUA

  •  Dramatização do ciclo da água; A professora convidará os alunos para lhe ajudar a fazer uma dramatização sobre o ciclo da água;
  •  Procurar ou simular poças de água pelo CMEI a fim de perceber a evaporação. (observar e fotografar o início e o final do experimento); Questionar as crianças sobre o experimento. Quais as mudanças ocorridas? Registro da atividade por meio de fotos. Estas fotos serão tiradas pelas próprias crianças e visualizadas no computador.




















5ª ETAPA – VIVA! BRINCADEIRAS COM ÁGUA

Brincadeiras com água, além de divertido, proporcionam situações de aprendizagem. As crianças entrarão em contato com diversos materiais para poderem brincar, explorar e fazer suas próprias descobertas. A priori irão levantar hipóteses e expor suas ideias, as quais posteriormente serão comprovadas ou refutadas.

  •  TRANSPORTAR ÁGUA
Primeiramente propor as crianças que transportem água de um local a outro sem que utilizem algum tipo de recipiente, só após poderão fazer uso de embalagens de diferentes materiais, tamanhos e formas.

Questionamentos:

Quem tem alguma ideia para transportar a água de um balde ao outro? Como podemos transportar a água sem material? Não dá? Então o que faremos? Qual objeto deve ser utilizado para transportar mais água e menos? Quais recipientes são mais eficazes? Qual o melhor pote a ser escolhido? Será melhor pegar o grande, ou o pequeno? Qual embalagem cabe dentro do balde? O que poderemos utilizar para encher uma garrafa pet, sem que para isso seja necessário colocá-la dentro do balde?

Filmar a atividade, observar as imagens e após discutir com as crianças o que aconteceu para comprovar ou não às hipóteses a priori levantadas.





  •  MISTURA COM ÁGUA
Primeiro as crianças irão brincar livremente na areia utilizando brinquedos, como baldes, pás, colheres, rastelinhos e peneiras para que possam dessa maneira explorar essa textura. Após será proposto que construam castelos, bonecos ou quaisquer outros elementos dando formas à areia.
Finalmente, será proposto para trabalharem em pequenos grupos e experimentarem fazer a mistura da areia com água e descobrirem qual a melhor textura para fazerem suas construções.

Questionamentos:

O que aconteceu com a água? Para onde foi à água? O que se transformou? A areia virou água ou a água virou areia? Qual a diferença? O que acontecerá se agitarmos essa mistura de areia e água e depois deixarmos em repouso?





  
6ª ETAPA - EXPERIMENTOS COM ÁGUA = EXPERIÊNCIA
  •   Vivenciar a transformação dos estados da água: 
          1ª AULA

 Líquido para gasoso: Ferver um pouco de água em uma chaleira e observar o que acontece quando a água está fervendo.

Questionamento: Para onde vai à água que estava na chaleira?

Aprendizado: O estado físico da água vai mudar com a temperatura. Se ela está líquida e a sua temperatura aumenta, ela evapora, vira gás, vapor.

Gasoso para líquido: Depois que a água da chaleira ferver, colocar um prato transparente no bico e observar.

Questionamento: O que acontece quando o vapor d'água atinge o prato?

Aprendizado: Esse vapor, ao esfriar, transforma-se novamente em água no estado líquido.









  2ª AULA

Liquido para sólido: Realizar experimento por meio de culinária, com a receita da gelatina. Fazer a leitura da receita na caixinha com o objetivo de apresentar diferentes portadores de texto. As crianças realizarão a culinária e a professora servirá de escriba para fazer o registro da receita.

Questionamentos: O que acontecerá se colocarmos essa mistura na geladeira? E dentro do nosso armário? E dentro do congelador? Podemos fabricar pedaços de gelo com essa mistura? Levar as misturas para esses lugares e posteriormente, verificar se as hipóteses serão ou não comprovadas.

Aprendizado: Dependendo da temperatura do ambiente a água altera seu estado.









  3ª AULA

Sólido para líquido: Levar as crianças até a cozinha do CMEI para mostrar o refrigerador e o congelador de uma geladeira explicando a diferença de temperatura.

Questionamento: O que acontecerá se colocarmos o gelo dentro do armário?

Aprendizado: Associar o degelo à temperatura.




7ª ETAPA – DESPERDÍCIO

Como fonte disseminadora de conhecimentos, nós enquanto educadores, não poderemos ignorar práticas abusivas relacionadas ao desperdício da água. Para tanto retomaremos os combinados do momento da escovação de dentes com as crianças e após os levaremos para observarem as funcionárias responsáveis pela limpeza do CMEI, utilizando a água no momento em que estão realizando a limpeza.

Questionamentos:

É necessário deixar a torneira aberta no momento da escovação dos dentes? O que limpa os dentes é a quantidade de água utilizada ou a maneira como escovamos os dentes? Como devemos lavar os tapetes, as calçadas, os brinquedos? É necessário deixar a torneira aberta esbanjando água? Qual seria a maneira correta para fazer a limpeza? É necessário fazer essa limpeza diariamente?














 

  
 8ª ETAPA - FEIRA DE EXPERIMENTOS

As crianças serão separadas por equipes e irão escolher um dos experimentos ou brincadeiras realizadas para apresentar em uma feira com data a ser definida. Para auxiliá-los no momento das apresentações, deverão realizar cartazes informativos sobre o que aprenderam.

10. Avaliação:

A avaliação será formativa, processual e permanente. Avaliaremos o processo das crianças, o percurso e seus avanços, durante a prática educativa. Avaliaremos o aluno por ele mesmo.

11. Bibliografia

MATTOS, N. S. O ciclo da água: plim. 7. ed. São Paulo: FTD, 1999. (Coleção Viva a Natureza.)

OLIVEIRA, T. C. O sobe e desce de cristal e fofura: o ciclo da água. São Paulo: FTD, 1995.

SOUTTER-PERROT, A. A água. São Paulo: Melhoramentos, 1985. (Primeiro Livro da Natureza.)

ZIRALDO. A água nossa de cada dia. São Paulo: Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê,

SANEPAR. A água nossa de cada dia.

SANEPAR. Água direito humano e bem público.

Ciências na Educação Infantil, uma abordagem integrada. Jean Harlan e Mari Rivkin, 7ªed. Porto Alegre:Artmed, 2002.

A água em pequenos passos. Michel François. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2005.

A intervenção da escola no curso do rio. SEMA – Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos.

Aprendendo Ciências. César Coll e Ana Teberosky, 1ªed. São Paulo: Editora Ática 2002.

Como a água se transforma em vapor e o vapor se transforma em água? Retirada do livro “Ciências na Educação Infantil, uma abordagem integrada de Jean D. Harlan e Mary S. Rivkin, pág.175”.

Retirado do http://wwwcmeinsfatima.blogspot.com.br/2010/09/sequencia-didatica-cade-agua.html

(http://www.youtube.com/watch? v=g26Wk4gpkws)

(http://www.canalkids.com.br/meioambiente/planetaemperigo/falta2.htm)

(http://www.chc.cienciahoje.uol.com.br).

domingo, 22 de setembro de 2013

Sequencia didática com o livro Bruna e a Galinha D`Angola

PLANO DE AULA INTERDISCIPLINAR PARA 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
JUSTIFICATIVA: a interdisciplinaridade está contemplada nos Parâmetros Curriculares Nacionais e é positiva tanto para os educadores quanto para os alunos. Os professores melhoram a sua comunicação com os colegas e aprimoram a sua prática docente enquanto os educandos tem o ensino voltado para a compreensão do mundo que os cerca desenvolvendo a capacidade de resolver situações problemas independentemente. A escola também é beneficiada criando relações e parcerias com a sociedade. Fazenda propõe que a interdisciplinaridade a é capacidade de dialogar com as diversas ciências, fazendo entender o saber como um e não partes, ou fragmentações.
Um trabalho interdisciplinar, antes de garantir associação temática entre diferentes disciplinas, deve buscar unidade em termos de prática docente, ou seja, independentemente dos temas/assuntos tratados em cada disciplina isoladamente. Em nossa proposta, essa prática docente comum está centrada no trabalho permanentemente voltado para o desenvolvimento de competências e habilidades, apoiado na associação ensino, pesquisa e no trabalho com diferentes fontes expressas em diferentes linguagens, que comportem diferentes interpretações sobre os temas/assuntos trabalhados em sala de aula. Portanto, esses são os fatores que dão unidade ao trabalho das diferentes disciplinas, e não a associação das mesmas em torno de temas supostamente comuns a todas elas. (BRASIL, 2002b, p. 21-22)

1ª ATIVIDADE: Narração da História Bruna e a Galinha D’Angola da autora Gercilga de Almeida
Objetivo:
Introduzir de forma lúdica o tema de estudo “África” para que os alunos conheçam e percebam a cultura afro presente em nossa sociedade.

Procedimentos: Narrar a história Bruna e a Galinha D’ Angola com o auxílio de um varal didático, onde estará representada a história. Os alunos ficarão sentados em forma de meia lua, de forma que todos visualizem a narração.
2ª ATIVIDADE: Interpretação Oral
Objetivo:
Expor as suas idéias e pensamentos a partir da história para assim aprimorar a sua capacidade de argumentação crítica e assim relembrar aspectos significativos da história.
Procedimentos: As crianças ainda estarão sentadas da mesma forma em que ouviram a história. Primeiramente solicitaremos que os alunos contem o que lhes foi significativo no conto. Posteriormente faremos os seguintes questionamentos:
Quem era a personagem principal?
Quem contou para a menina Bruna a lenda da Galinha Conquém?
De que lugar era esta lenda?
Você já conhecia uma galinha D’Angola?
O que a menina Bruna fez para conseguir novos amigos? E quem foi a sua primeira amiga?
Você conhece lendas de outros lugares?
3ª ATIVIDADE: Visualizando a África
Objetivo:
Observar as diferentes paisagens, animais e cidadãos africanos para que possam visualizar e conhecer a realidade africana.
Procedimentos: instalar um Data Show na sala de aula, onde mostraremos aproximadamente doze imagens que retratam a diferente realidade deste país. Utilizaremos imagens de paisagens, pessoas, animais, representações culturais e a bandeira local.
4ª ATIVIDADE: Tecendo a África
Objetivo:
Expressar e comunicar a sua visão da África a partir das imagens para o tornar concreto o seu entendimento sobre o que foi visualizado anteriormente;
Interagir com materiais diferenciados, para utilizá-los em outras situações;
Aprimorar a motricidade fina para que tenham noção espacial na produção artística para aperfeiçoar os movimentos de escrita.

Procedimentos: separar a turma em trios de cinco componentes, cada grupo deverá ficar organizado em uma parte da sala. Para cada grupo disponibilizar uma cartolina japonesa, e para o grande grupo disponibilizar papel crepom e diferentes tecidos. Deverão confeccionar uma bandeira africana, onde cada grupo deve representar o que mais lhes foi significativo nas imagens anteriormente visualizadas (paisagens, pessoas, animais e representações culturais). Quando os grupos terminarem pedir que eles apresentem suas bandeiras e depois estas poderão ser expostas no corredor da escola.

RECREIO

5ª ATIVIDADE: Eu gosto do meu Colega...
Objetivos:
·         Exteriorizar os sentimentos que tem para com seus colegas para que possam compreender de forma concreta como os valores do carinho e da amizade se aplicam no cotidiano;
·         Aperfeiçoar a capacidade de expressarem-se em público para facilitar a comunicação com as colegas e demais pessoas;
·         Aprimorar os movimentos de lançamento e preensão para melhorar a motricidade ampla.
Procedimentos: solicitar que os alunos levantem e permaneçam no círculo. Explicaremos a atividade que se dará da seguinte forma: dar para um estudante o novelo de lã. Este deve lançá-lo para um colega e dizer “eu gosto do meu colega com A porque ele é (amigo, alegre)”. O aluno que recebeu o novelo e deve lançá-lo para um colega e este deve repetir a mesma frase, porém utilizando a letra B. isto deve ser feito em ordem alfabética, podendo passar as letras mais difíceis com H e K. Caso faltem letras o alfabeto pode ser reiniciado.
6ª ATIVIDADE: desembaralhando o texto “Companheirismo Valores para a Vida” de Janet Riehecky
Objetivos:
·         Aprimorar a capacidade de leitura e compreensão do texto, para que consigam organizar a história;
·         Observar aspectos gramaticais como pontuação, diálogos, parágrafos e uso de letras maiúsculas para que possam familiarizar-se com estas regras e posteriormente possam aplicá-las em suas produções escritas.
Procedimentos: organizar a turma em três grupos de cinco. O texto será recortado em partes e depois as fichas devem ser apresentadas em forma aleatória. Os discentes deverão ler as partes com cuidado, comparar as frases, as palavras, a pontuação e indicar a ordem correta dos segmentos. Após os alunos terem organizado o texto, fornecer o texto original e pedir que eles comparem e visualizem se organizaram o texto corretamente.

7ª ATIVIDADE: interpretação de texto
Objetivo:
·         Perceber as atitudes corretas a serem tomadas para uma melhor convivência em grupo;
·         Interpretar o texto de forma escrita refletindo sobre a mensagem da história assimilando o significado de companheirismo.

Procedimentos: A docente escreve no quadro o título “Atividades“ e as questões sobre o texto anteriormente lido, pedir que os alunos copiem em seu caderno e depois respondam, é importante lembrar que as respostas sejam completas. O exercício será escrito na letra bastão. As questões serão as seguintes:
1.    Coloque dentro dos ( ) V quando a frase for verdadeira e F quando a frase for falsa:
( )  Ser companheiro é ficar zangado quando o colega erra.
( )  Quando perdemos um jogo devemos cumprimentar o adversário, mas não nos prepara para a próxima vez.
( )  quando o amigo ganha o papel do teatro que você queria você deve ajudar a decorar o texto errado
( ) devemos parabenizar os colegas quando tiram notas boas, mas devemos ficar convencidos quando tiramos a melhor nota.

2.    Responda:
A) Você é um bom companheiro? Por quê?
B) Quais atitudes podemos adotar para sermos mais companheiros na escola?
            Após trinta minutos iniciar a correção. A educadora chama um educando e este lê a pergunta e sua respectiva resposta. Esse procedimento será realizado até o término das questões.
8ª ATIVIDADE: uma explicação sobre os valores
Objetivos:
·         Representar de forma diferenciada e lúdica os valores humanos;
·         Utilizar a criatividade e expressão facial e corporal representando o valor (sorteado) de forma que os demais colegas possam interpretá-lo.

Procedimentos: solicitar que as crianças formem duplas (isso será feito de acordo com a vontade deles). Então para cada dupla oferecer um coração de papel, no qual estará a explicação dos significados de valores (amor, respeito, carinho, companheirismo, paz, sinceridade e alegria), pois muitos alunos não conhecem o real significado de alguns valores. Após dez minutos, nos quais eles poderão “ensaiar” uma apresentação para os colegas, cada dupla deverá fazer uma mímica que represente o valor que estava no coração que receberão. As outras duplas deverão adivinhar qual é o valor, mas cada dupla somente terá uma chance. Após a mímica ser adivinhada, pedir que a dupla que realizou a mímica explique para a turma com suas palavras o que estava escrito na folha que receberam. Após as crianças terem formulado um significado, todos os alunos deverão anotar este em seu caderno. Este procedimento se repetirá com todas as demais duplas. Os significados serão os seguintes:

RESPEITO: É NÃO FAZER PARA O OUTRO AQUILO QUE NÃO QUEREMOS QUE FAÇAM PARA NÓS, É DEIXAR QUE AS PESSOAS FALEM O QUE ELAS ACHAM CERTO, MESMO QUE NÓS NÃO ACHEMOS CORRETO O QUE ELAS FALARAM.

COMPANHEIRISMO: É AJUDAR O PRÓXIMO, É ESTAR JUNTO COM QUEM PRECISA DE NOSSA COMPANIA, É SABER OUVIR O QUE OS OUTROS PRECISAM FALAR.

ALEGRIA: É ESTAR DISPOSTO A AJUDAR O PRÓXIMO, ESTAR FELIZ, UMA PESSOA ALEGRE É AQUELA QUE ANIMA O DIA DAS PESSOAS AO SEU REDOR.

PAZ: É NÃO BRIGAR, NEM BATER OU EMPURAR AS PESSOAS QUE NÃO FAZEM O QUE NÓS QUEREMOS. É SABER CONVERSAR PARA RESOLVER OS PROBLEMAS.

SINCERIDADE: É FALAR A VERDADE PARA AS PESSOAS MESMO QUE ELAS NÃO CONCORDEM COM A REALIDADE.

CARINHO: É UM SENTIMENTO QUE FAZ COM QUE AS PESSOAS SE GOSTEM, CARINHO É FAZER UMA CARÍCIA EM ALGUÉM QUE GOSTAMOS. COM CARINHO AS PESSOAS SÃO MAIS AMIGAS.

            AMOR: É O MAIOR SENTIMENTO QUE AS PESSOAS PODEM SENTIR UMAS PELAS OUTRAS, É QUANDO AS PESSOAS CONSEGUEM UNIR A AMIZADE, O COMPANHEIRISMO, A PAZ, A ALEGRIA, O RESPEITO E A SINCERIDADE PARA VIVEREM SE SENTINDO BEM.

          
9ª ATIVIDADE: Narração da História “Um Mundinho de Paz” da autora Ingrid Biesemeyer Bellinghausen
Objetivo:
·         Perceber a importância dos valores humanos para a boa convivência e harmonia na sociedade.

Procedimentos: narrar a história “Um Mundinho de Paz”, lendo e após mostrando as figuras para a turma. As crianças poderão ficar sentadas como estavam sentadas anteriormente. Após a narração conversar com os alunos sobre o que lhes chamou atenção na história e como isso pode ser relacionado com o tema de estudo da turma.
10ª ATIVIDADE: Fazendo uma corrente de bonecos de papel
Objetivo:
·         Representar e demonstrar de forma gráfica significando os valores humanos estudados.
Procedimentos: disponibilizar para cada criança uma folha de ofício, quando todas as crianças tiverem recebido uma folha, a professora mostra o que deve ser feito. A folha deverá ser dobrada cinco vezes no sentido vertical, a ficar com um folheto. Pedir que na primeira parte, as meninas desenhem uma menina e que os meninos desenhem um menino. Depois a docente mostrará como cortar, de modo que todos os bonecos fiquem unidos. Então na corrente de bonecos cada criança deverá escrever uma mensagem para um colega que será sorteado anteriormente e depois decorar.

MATERIAIS:
·         Livro “Bruna e a Galinha D’Angola” da autora Gercilga de Almeida;
·         Imagens diversas da África;
·         Data show;
·         Cartolinas japonesas;
·          Papeis crepons;
·         Diferentes tecidos;
·         Texto embaralhado “Companheirismo Valores para a vida”;
·         Corações com significados dos valores;
·         Folhas de ofício.


AVALIAÇÃO: a avaliação pode ser feita a partir da participação e do interesse dos estudantes. Também podem ser utilizadas cartilhas para fazer anotações sobre determinadas crianças para compor a avaliação trimestral. Nesta aula também poderá ser avaliada a compreensão do significado dos valores humanos trabalhados.

CAPA DE AVALIAÇÃO- 3º BIMESTRE


confusão no jardim

Avaliação de português - 3º bimestre - Artigos, substantivos

Avaliação 3/4º anos

Textos curtos para montar avaliação - 3/4º anos

LÁ ATRÁS É MAIS LEGAL
Andar de carro é gostoso á beça. E se você tiver menos de dez anos, o banco de trás é o seu lugar, porque é muito mais seguro. Os bebês também têm que ir no banco traseiro, sentados nas cadeirinhas e protegidos com aquelas fivelas que são o cinto de segurança deles.
Não dá para esquecer nunca do cinto, mesmo no banco de trás. Em caso de batida, é a sua única proteção.
Disponível em: http://www.canalkids.com.br/cidadania/transito/banco.htm
“Lá atrás é mais legal” por que:
a) Os bebês têm que ir sentados em cadeirinhas.
b) O cinto de segurança também deve ser usado.
c) Os bebês têm que ir no banco traseiro.

d) O banco de trás é mais seguro.

Leia o texto:
DE BEM COM A VIDA
Filó, a joaninha, acordou cedo.
-- Que lindo dia! Vou aproveitar para visitar a minha tia.
-- Alô, tia Matilde. Posso ir aí hoje?
-- Venha, Filó. Vou fazer um almoço bem gostoso.
Filó colocou seu vestido amarelo de bolinhas pretas, passou batom cor-de-rosa, calçou os sapatinhos de verniz, pegou o guarda chuva preto e saiu pela floresta: plecht, plecht...
Andou, andou... e logo encontrou Loreta, a borboleta.
-- Que lindo dia!
Trecho do conto de Nye ribeiro – Revista Nova Escola – volume 5
Edição Especial.
A frase “—que lindo dia! Vou aproveitar para visitar minha tia”. Foi dita pela
a) Loreta
b) Matilde
c) Floresta
d) Filó

O COLECIONADOR DE BORBOLETAS
Era uma vez um homem que morava numa torre muito alta, no meio de uma floresta, longe de qualquer outra casa.
Da sua torre, em dias muito claros, ele podia avistar a cidade vizinha, cheia de casas e pessoas. Se olhasse para baixo, podia ver as copas das árvores... Mas ele nunca pensava em árvores, nem em pessoas. Seu pensamento estava sempre voltado para uma só coisa...borboletas. Sempre à procura de novas espécies, a única coisa que o interessava era apanhar sua rede e aventurar-se no coração do bosque solitário.
(TESTA, Fúlvio. O colecionador de borboletas. São Paulo: Melhoramentos, 1978. Fragmentos

O homem morava:
a) na cidade                                 c) na floresta
b) na fazenda                               d) no parque


Leia o texto e responda

A terra já conheceu inúmeras espécies de animais. Muitas foram extintas como a dos dinossauros que viviam no planeta por cerca de 140 milhões de anos e desapareceram por consequência da queda de meteoros. São várias as causas da extinção das espécies pelo homem: caça indiscriminada, tráfico de animais, alteração do habitat através da destruição das matas, poluição do ar, da água e do solo. No Brasil, mais de 250 espécies de animais estão seriamente ameaçadas.
Disponível em: <http://www2.uol.com.br/ecokids/animais/listaofi.htm
O assunto do texto é:
a) Extinção dos animais            
b) Poluição na terra
c) Queda de meteoros
d) Vida dos dinossauros

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Sequencia didática de aula- Lendo fábulas

SUGESTÃO DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA PARA O 1º ANO/2º Anos

Seqüência didática

1 - O que é
Sem que haja um produto, como nos projetos, as seqüências didáticas pressupõem um trabalho
pedagógico organizado em uma determinada seqüência, durante um determinado período estruturado pelo(a) professor(a), criando-se, assim, uma modalidade de aprendizagem mais orgânica. Os planos de aula, em geral, seguem essa organização didática.
A seqüência didática permite, por exemplo, que se leiam textos relacionados a um mesmo tema, de um mesmo autor, de um mesmo gênero; ou ainda que se escolha uma brincadeira e se aprenda sua origem e como se brinca; ou também que se organizem atividades de arte para conhecer mais as várias expressões artísticas, como o teatro, a pintura, a música, etc; ou que se estudem conteúdos das várias áreas do conhecimento do ensino fundamental, de forma interdisciplinar.


2 - Sugestões


Lendo Fábula


Objetivo:trabalhar com as estratégias de leitura, no sentido de a criança ir tomando consciência de que o processo de ler prevê seleção, antecipação, inferência e verificação de aspectos do texto que se lê.


O urso e as abelhas
Um urso topou com uma árvore caída que servia de depósito de mel para um enxame de abelhas. Começou a farejar o tronco quando uma das abelhas do enxame voltou do campo de trevos.
Adivinhando o que ele queria, deu uma picada daquelas no urso e depois desapareceu no buraco do tronco. O urso ficou louco de raiva e se pôs a arranhar o tronco com as garras na esperança de destruir o ninho. A única coisa que conseguiu foi fazer o enxame inteiro sair atrás dele. O urso fugiu a toda a velocidade e só se salvou porque mergulhou de cabeça num lago.
Moral da história: Mais vale suportar um só ferimento em silêncio que perder o controle e acabar todo machucado.

(Fábulas de Esopo/compilação: Russel Ash e Berbard Higton; tradução Heloísa Jahn. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1994)



Desenvolvimento do trabalho
Os três momentos de trabalho, a seguir, representam um modo de ler diferente, por exemplo,
do que foi proposto na atividade permanente. Agora se trata de fazer uma espécie de “modelagem” das estratégias que um leitor proficiente faz para compreender o que lê.
Um bom começo é acomodar as crianças de forma que se sintam confortáveis para a leitura.



Momento A - Antes da leitura
Atividades cujo objetivo é trazer o repertório do leitor (seus conhecimentos prévios) para a compreensão textual, discutindo os elementos contextualizadores do texto: autor, portador, título, sumário, capas, assunto/tema, ilustrações:
1 – Mostre a capa e quarta-capa do livro em que está publicada a fábula, discutindo suas ilustrações (ou então use outro livro de fábulas, em que há essa fábula, mesmo em outra versão, ou outra fábula ainda...). Mostre também as ilustrações internas. Provavelmente, as crianças já conseguirão relacioná-las a histórias de seu repertório. Pergunte, a partir dessas primeiras indicações, se sabem o que se vai ler, nesse momento.
2 – Quando ler o título do livro, “Fábulas de Esopo”, é bem possível que muitas crianças explicitem que conhecem fábulas sim. Peça, então, que algumas contem algumas histórias que conheçam. Não há problema se forem contos de fadas ou outras histórias tradicionais e não,exatamente, fábulas. Essa é apenas uma boa oportunidade de os leitores se aproximarem
do gênero textual “fábula” – afinal, a classificação dos gêneros textuais também não é tão tranqüila, mesmo entre os especialistas.
3 – Em relação ao autor, conte às crianças quem foi Esopo: um escravo que teria vivido na Grécia, no século V a.C., considerado o maior divulgador de fábulas. No entanto, não se sabe nem se ele realmente existiu. Pode ser que algumas crianças se lembrem de Monteiro Lobato, que também escreveu suas versões de algumas fábulas. Incentive-as para que falem a respeito.
4 – Em seguida, leia os títulos de algumas fábulas presentes no livro, perguntando se as crianças
conhecem algumas delas. Seria interessante ouvir algumas dessas histórias contadas pelas crianças. Se esse momento, em que se explicitam os conhecimentos dos estudantes, for rico em
discussão, as crianças possivelmente estarão mais motivadas, inclusive, para prosseguirem com a leitura. Se você registrar as reflexões feitas, em forma de cartaz, por exemplo, poderão, no momento C, discutir as hipóteses levantadas, o que é fundamental para o processo de leitura: fazer antecipações iniciais que se vão ou não confirmando ao longo da leitura.



Momento B – durante a leitura 
Atividades cuja finalidade é apresentar alguns objetivos orientadores do ato de ler, por meio de um levantamento de aspectos que auxiliem a construção dos sentidos do texto: o tema, o gênero textual em suas funções e características, os recursos expressivos utilizados pelo autor. Dessa forma, você estabelece com os estudantes alguns objetivos para antecipar aspectos importantes do texto, por meio de um mapa textual que ajude os leitores na compreensãoglobal do que vão ler.

1 – Antes de realizar a leitura da fábula, em voz alta, para as crianças, peça que prestem atenção:
- em quem participa da história e como agem;
- nos três momentos da narrativa;
- no ensinamento presente na fábula.
2 – Leia, expressivamente, a história.



Momento C – depois da leituraAtividades cujos objetivos são ampliar as referências culturais dos leitores, especialmente os conteúdos das várias áreas do conhecimento implicadas no texto, refletindo sobre seus aspectos polêmicos e, ainda, discutir as perspectivas do narrador e do leitor. É também momento de ensinar o estudante a fazer paráfrases (orais ou escritas) do que leu e produzir textos em outras linguagens (desenho, pintura, dramatização, etc.);
1 – Discuta as hipóteses das crianças levantadas no momento A: confirmaram-se? Totalmente? Parcialmente? Não se confirmaram? Por quê? Veja que não é reduzir ao “acertou ou errou”, mas valorizar os conhecimentos dos leitores.
2 – Converse com as crianças sobre as personagens da história: urso e abelhas. Pergunte se sabem qual é uma das comidas prediletas dos ursos, para que percebam que esse é o motivo inicial da discórdia entre o urso e a abelha que o picou primeiro. Aproveite para retomar o título da fábula, o qual confirma o tema da história. Se as crianças se lembrarem de outras fábulas, vão perceber que, em geral, muitas delas têm como título o nome dos animais que são personagens: “A lebre e a tartaruga”, “O leão e o rato”, “O burro e o cão”, “O galo e a raposa”, etc.
3 – Discuta como a abelha agiu para defender sua moradia e como o urso agiu sob o comando
da raiva. Problematize a questão, falando também sobre os comportamentos humanos em determinadas situações. As crianças conhecem algum filme em que essas situações também são apresentadas. Como foi isso? Essa discussão vai deixando claro para os estudantes uma das características da fábula como gênero textual.
4 – Converse sobre os três momentos da história: a ação do urso procurando mel; a picada da abelha e a reação do urso; o ataque maciço das abelhas. Sabemos que o enredo de uma narrativa ficcional tradicional articula-se em torno de uma situação inicial, uma complicação/ desequilíbrio e um desfecho. Evidentemente que essa nomenclatura não precisa ser explicitada para as crianças, mas provavelmente, ao conhecer mais essas narrativas, eles irão se apropriando da concepção de que esses elementos fazem parte do gênero textual.
5 – Faça com as crianças, oralmente, alguns exercícios de substituição de certas palavras ou expressões do texto, para que percebam certos recursos lingüísticos usados pelo autor:
a) “O urso começou a farejar o tronco”. Que outra palavra poderia ser usada? Cheirar? Qual a diferença entre “cheirar” e “farejar”? Parece que “farejar” é mais próprio de bicho, de animal.
b) “A abelha deu uma picada daquelas no urso”. Como seria outra forma de dizer isso? A abelha deu uma enorme picada no urso? A abelha deu uma picada muito grande no urso? outras possibilidades?
c) “O urso ficou louco de raiva”. Como as crianças diriam isso, com outras palavras? O urso ficou muito bravo mesmo? O urso ficou com muita raiva? Outras possibilidades?
6 – Proponha uma questão para as crianças: se houvesse um diálogo na fábula entre o urso e
a abelha, como poderia ser ele? Essa é uma boa oportunidade de discutir as formas de diálogo das narrativas e, se quiser, até mesmo a diferença entre um diálogo oral e um escrito.
7 – Faça uma lista de títulos de fábulas que as crianças conhecem, salientando quem são os personagens e que comportamentos humanos representam. Sabemos que a fábula é umanarrativa curta, que faz uma crítica a certos comportamentos humanos por meio de personagens que são animais. Nela há sempre uma moral, que pode vir explícita no texto ou não.
8 – Leia de novo a moral da fábula “O urso e as abelhas” e peça que as crianças comentem:concordam com ela? Por quê? Discordam? Por quê? Já viveram alguma situação parecida? Conhecem alguém que viveu? Como foi?

Faça uma lista de provérbios que os estudantes conhecem, explicando que os provérbios são frases prontas que vieram das fábulas e acabaram por ficar independentes das histórias.
9 – Peça que as crianças façam paráfrases orais da fábula. Lembre-se de que esse momento é
para recontar com as próprias palavras, sem fugir do texto. Um leitor pode ajudar o outro.
10 – Peça que as crianças imitem a cena em que o urso corre para o lago, com as abelhas atacando-o. A expressão corporal é uma importante linguagem humana, especialmente na infância. Aproveitem o momento para se divertir com as diferentes maneiras por meio das quais as crianças representam o urso em seu desespero para se safar do ataque das abelhas.
11 – Solicite, depois, que os estudantes desenhem esse mesmo momento. É enriquecedor que as crianças possam se expressar a partir de várias e diferentes linguagens. Em seguida, se tiver a edição indicada, mostre a ilustração da fábula que há no livro em que há exatamente esse episódio. Conversem a respeito, especialmente sobre as diferentes possibilidades de ilustrar uma mesma cena.
12 – Organize com as crianças uma maquete da floresta onde teria acontecido a história do urso e das abelhas. Solicite que, primeiramente, as crianças falem a respeito. Depois, anote aspectos que devem ser considerados numa descrição mais minuciosa desse espaço. Não se esquecer de que a “floresta” nas histórias tradicionais, que tanto encanta as crianças, tem toda uma magia que aflora nossa imaginação, nossas sensações e até mesmo nossos medos. Assim, a maquete poderia contemplar, de alguma forma, as representações sobre esse espaço tão especial.

* fonte: Ensino Fundamental de Nove Anos - Orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade (MEC)

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Atividades para transposição

22 de agosto - folclore

Cálculo mental - 2º ano


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJKzQqj_aX749QhkXmUeU3Q4CNdMcenwCyLLMu65K2R_rgBdo8d2BpkB4JFUkxEdrn3tbUM6XPgIfWmIOVEpq5WlJyV-nzg75FO4XwJupsDH_Ibme89NXCBuXbhGz4ARPz9iisKuinc3Ne/s1600/claralibe.jpg

Mais divisões para lição de casa

aa) 165 : 3 =
bb) 156 : 6 =
cc) 192 : 3 =
dd) 265 : 5 =
ee) 172 : 2 =
ff) 495 : 5 =
gg) 197 : 2 =
hh) 146 : 3 =
ii) 137 : 3 =
jj) 337 : 4 =
kk) 398 : 4 =
ll) 175 : 2 =
mm) 269 : 3 =
nn) 297 : 4 =


III) Agora arme e efetue em seu caderno sabendo que deverá ter como resposta três algarismos no quociente.

a) 693 : 3 =
b) 964 : 4 =
c) 666 : 6 =
d) 556 : 2 =
e) 936 : 4 =
f) 732 : 4 =
g) 932 : 5 =
h) 686 : 3 =
i) 973 : 2 =
j) 1065 : 5 =
k) 1736 : 4 =
l) 1538 : 2 =
m) 1923 : 3 =
n) 1946 : 3 =
o) 1359 : 4 =
p) 1786 : 4 =
q) 2632 : 3 =
r) 2212 : 3 =
s) 1738 : 4 =
t) 2356 : 5 =



IV) Arme e efetue as divisões, sabendo que há zero no final do dividendo e no quociente.


a) 30 : 3 =
b) 50 : 5 =
c) 20 : 2 =
d) 70 : 7 =
e) 60 : 3 =
f) 90 : 3 =
g) 40 : 2 =
h) 80 : 2 =
i) 120 : 4 =
j) 150 : 5 =
k) 180 : 2 =
l) 360 : 3 =
m) 690 : 3 =
n) 280 : 2 =
o) 390 : 3 =
p) 480 : 4 =
q) 400 : 4 =
r) 1650 : 5 =
s) 7240 : 2 =
t) 5180 : 2 =
u) 1350 : 5 =
v) 1200 : 2
w) 3000 : 5 =
x) 4200 : 6 =
y) 2400 : 4 =
z) 4800 : 6 =

a) 1600 : 4 =
b) 2500 : 5 =
c) 5400 : 6 =
d) 1800 : 3 =



V) Nestas divisões aparece o zero intercalado no dividendo, continue armando e efetuando as divisões em seu caderno.


a) 805 : 3 =
b) 307 : 3 =
c) 209 : 2 =
d) 605 : 5 =
e) 807 : 3 =
f) 304 : 2 =
g) 702 : 3 =
h) 104 : 4 =
i) 2202 : 6 =
j) 4085 : 5 =
k) 5508 : 6 =
l) 3055 : 5 =
m) 1902 : 2 =
n) 3066 : 6 =
o) 1909 : 2 =
p) 2706 : 4 =
q) 8038 : 3 =
r) 1306 : 4 =
s) 1073 : 2 =
t) 1094 : 5 =
u) 2064 : 5 =

Divisões para lição de casa - 3º ano

a) 18 : 6 =
b) 27 : 9 =
c) 21 : 7 =
d) 24 : 8 =
e) 30 : 6 =
f) 36 : 9 =
g) 24 : 6 =
h) 40 : 5 =
i) 48 : 8 =
j) 100 : 5 =
k) 42 : 7 =
l) 70 : 7 =
m) 54 : 6=
n) 40 : 8 =
o) 16 : 4 =
p) 35 : 7 =
q) 90 : 3 =
r) 54 : 9 =
s) 81 : 9 =
t) 90 : 9 =
u) 28 : 7 =
v) 40 : 5 =
w) 45 : 9 =
x) 21 : 3 =
y) 16 : 2 =
z) 25 : 5 =


a) 93 : 3 =
b) 42 : 2 =
c) 68 : 3 =
d) 97 : 3 =
e) 87 : 4 =
f) 95 : 3 =
g) 53 : 2 =
h) 96 : 4 =
i) 76 : 3 =
j) 47 : 3 =
k) 186 : 3 =
l) 324 : 4 =
m) 164 : 2 =
n) 255 : 5 =
o) 124 : 4 =
p) 248 : 4 =
q) 153 : 3 =
r) 148 : 2 =
s) 127 : 3 =
t) 169 : 2 =
u) 206 : 4 =
v) 189 : 6 =
w) 143 : 2 =
x) 176 : 2 =

Texto para divertir -O que é um churrasco?

O que é um Churrasco? (Escrito por uma mulher)


O churrasco é a única coisa que um homem sabe cozinhar, e quando um homem se propõe a realizá-lo, ocorre à seguinte cadeia de acontecimentos:

01 – A mulher vai ao supermercado comprar o que é necessário

02 - A mulher prepara a salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa.

03 - A mulher tempera a carne e a coloca numa bandeja com os talheres necessários, enquanto o homem está deitado próximo à churrasqueira, bebendo uma cerveja.

04 - O homem coloca a carne no fogo.

05 - A mulher vai para dentro de casa para preparar a mesa e verificar o cozimento dos legumes.

06 - A mulher diz ao marido que a carne está queimando.

07 - O homem tira a carne do fogo.

08 - A mulher arranja os pratos e os põe na mesa.

09 - Após a refeição, a mulher traz a sobremesa e lava a louça.

10 - O homem pergunta à mulher se ela apreciou não ter que cozinhar e, diante do ar aborrecido da mulher, conclui que elas nunca estão satisfeitas....

DIREITO DE RESPOSTA (Escrito por um homem)

01 - Nenhum churrasqueiro, em sã consciência, iria pedir à mulher para fazer as compras para um churrasco, pois ela iria trazer cerveja Kaiser, um monte de bifes, asas de frango e uma peça de picanha de 4,8 kg que o açougueiro disse ser ‘Ótima', pois não conseguiu empurrar para nenhum homem.

02 - Salada, arroz, farofa, vinagrete e a sobremesa, ela prepara só para as mulheres comerem. Homem só come carne e toma cerveja.

03 - Bandeja com talheres? Só se for para elas. Homem que é homem, come churrasco como tira-gosto e belisca com a mão!

04 - Colocar a carne no fogo??? Tá louca??? A carne tem que ir para a grelha ou para um espeto que, a propósito, tem que ser virado a toda hora.

05 - Legumes??? Como eu já disse, só as mulheres comem isso num churrasco.

06 - Carne queimando??? O homem só deixa a carne queimar quando a mulherada reclama: 'Não gosto de carne sangrando'; 'Isto está muito cru'; 'tá viva??'. Após a décima vez que você oferece o mesmo pedaço que estava ao ponto uma hora antes, elas acabam comendo a carne tão macia quanto o espeto e tão suculenta quanto um pedaço de carvão.

07 - Pratos? Só se for para elas mesmas!

08 - Sobremesa? Só se for mais uma Skol.

09 - Lavar louça? Só usei meus dedos!!! (e limpei na bermuda).

Realmente, as mulheres nunca vão entender o que é um churrasco!!!
Fernando Veríssimo


retirado: http://proportoseguro.blogspot.com.br/search/label/Cruzadinhas